4.4.13

Agenda Fafe, Abril 2013


Dia 5 – Sarau Conferência sobre a Guerra Colonial, pelo coronel Carlos Matos Gomes
Seguida da abertura da exposição itinerante do Museu da Guerra Colonial "Uma História por contar" Atividades inseridas no âmbito da evocação do cinquentenário do início da guerra em África, a levar a cabo entre 2013 e 2014
Casa Municipal de Cultura, às 21h30
Exposição patente até 19 de abril

Dia 6 – Desporto Automóvel WRC Fafe Rally Sprint Lameirinha e Confurco, a partir das 14h20

Dia 6 – Concerto de Pedro Abrunhosa
Músicos: Cláudio Souto, Marco Nunes, Miguel Barros e Pedro Martins
Teatro-Cinema de Fafe, às 21h30
Preço: 10 €
Duração: 90’
Classificação: M/3 (Esgotado)

Dia 6 – Exposição Evocativa do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal Biblioteca
Municipal de Fafe, às 21h00.
Patente até 13 de abril.
Promoção: Partido Comunista Português

Dia 10 – Exibição do filme “Os Miseráveis”, de Tom Hooper
Com interpretação de Hugh Jackman, Russel Crowe,Anne Hathaway, Amanda Seyfried, Helena Carter, Sacha Baron Cohen e Isabele Allen.
Drama, Musical |2012 | 157 min.| M/12| Grã-Bretanha
Ingresso: 2,5 €
Sala Manoel de Oliveira, às 21h30
Promoção: Cineclube de Fafe Apoio: Município de Fafe

Dia 12 – Letras Lançamento de obra poética "Um Certo Olhar (…e outras declarações de amor)", de Júlio Ferreira Leite
Apresentação: Conselheiro João Magalhães e Pompeu Miguel Martins
Momentos musicais: Giusué Di Vincenti (piano) e Ana Faria (saxofone)
Salão Nobre do Teatro-Cinema de Fafe, às 21h30

Dia 13 – Evento X Edição da Feira das Coisas Arcada, de manhã

Dia 13 – Espectáculo “O Cinema”
Teatro-Cinema de Fafe, às 21h00
Promoção: Grupo Leões do Ferro
Preço: 3,5 €
Classificação: M/3

Dia 15 – Exposições “Livros proibidos” e “Visto pela Comissão de Censura”
Patente até 27 de abril
Biblioteca Municipal de Fafe
Promoção: Biblioteca Municipal de Fafe e Serviço Educativo dos Museus do Município

Dia 17 –  Exibição do filme “BESTAS DO SUL SELVAGEM”, de Benh Zeitlin
Com interpretação de Quvenzhané Wallis, Dwight Henry e Levy Easterly
Dramal |2012 | 93 min.| M/12| Estados Unidos
Ingresso: 2,5 €
Sala Manoel de Oliveira, às 21h30
Promoção: Cineclube de Fafe
Apoio: Município de Fafe
Colaboração: CPCJ – Comissão de Proteção de crianças e Jovens de Fafe

Dias 19 e 20 – Exposição “Paleas_Exposs” Apresentação dos resultados dos projetos “Palea Mater” e “Palea Nostra” do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
Salão Nobre do Teatro-Cinema de Fafe

Dia 21 – Comemoração do 123º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe
- Colocação de um ramo de flores no Monumento ao Bombeiro e romagem ao cemitério de Fafe - 8h00
- Receção às entidades convidadas no quartel dos Bombeiros - 10h30
- Imposição de medalhas e promoção de elementos do corpo de bombeiros - 10h45
- Mostra de equipamentos e bênção de veículos - 11h00
- Descerramento da placa alusiva à requalificação do quartel, seguido de visita às instalações - 11h30
- Sessão solene comemorativa da efeméride, com a presença do Ministro da Administração Interna - 12h00.

Dia 23 – Cidadania XIII Assembleia dos Jovens Munícipes dirigida a alunos do 8º e 9º ano de escolaridade Auditório Municipal, às 15h00

Dia 24 - Teatro “Diz-lhes que não falarei nem que me matem”
(Sobre o encarceramento político de Carlos Costa)
Interpretação: Mário Santos
Texto original e encenação: Marta Freitas
Cenografia: Catarina Barros
Figurinos: Cátia Barros
Música original: Ricardo Raimundo
Desenho de luz: Ricardo Santos
Teatro-Cinema de Fafe, às 21h30
Preço: 3 €
Duração: 100’
Classificação: M/16

Dia 25 – Dia da Liberdade Comemorações do 39º aniversário do 25 de Abril
Sessão solene, com entrega:
- Prémio Dr. Maximino de Matos
- Prémio A. Lopes de Oliveira
- Medalha de Prata de Mérito Concelhio a Carlos Cruz
- Distinções a funcionários municipais
- Intervenções do Presidente da Câmara, Presidente da Assembleia Municipal e representantes dos partidos políticos
Salão Nobre dos Paços do Concelho, a partir das 10h00
- Inaugurações diversas

Dias 19 a 28 - IV Jornadas Literárias de Fafe
Programa
19.04
15:00h - Espaço da bandeira - Praça 25 de Abril
21:30h - Espetáculo de abertura das Jornadas «Mala de cartão» - Pavilhão Multiusos
20.04
15:00h - «Viagens na cidade» - Jardins, Casas apalaçadas...
21:30h - Espetáculo Musical «Nos sons da Terra e do Mar» - Teatro-Cinema
22.04
«A terra e o mar» - Comemoração da descoberta do Brasil: relembrar o acontecimento - Escolas e Museus
10:00h - «Roundheads and Cavaliers» pela Avalon Theatre Company - Teatro-Cinema 2
1:00h - Apresentação do Livro Rimando por cá de Joaquim Barbosa - Casa da Cultura de Fafe
23.04
Dia Mundial do Livro - «Viagem à volta dos livros» - Escolas, Bibliotecas e Livrarias da Cidade 21:00h - Apresentação do livro «Originalidade, Tensão Dramática em José Régio (do texto à narrativa)» de Maria Isabel Pinto Bastos – Biblioteca Municipal de Fafe
24.04
11:00h - Encontros com João Ubaldo Ribeiro - Escolas, Biblioteca Municipal e Teatro-Cinema
21:30h - «Diz-lhes Que Não Falarei Nem Que Me Matem» - Teatro-Cinema
25.04
«Sentir a Liberdade» – marcha da Liberdade - São Gens, Quinchães e Antime
26.04
18:00h - Inauguração de exposição das crianças «Fafe dos Brasileiros, um outro olhar» - Casa da Cultura 20:30h - Abertura da mostra «Viagens pela nossa terra» e Passeio Público - Centro da cidade
21:00h - «Achamento do Brasil» - Recriação histórica - Centro da cidade
21:30h - «Receção aos Brasileiros Torna-Viagem» - Baile de Época - Club Fafense
27.04
11:00h - «Memórias da Vila» - Centro da cidade
11:00h - Passeio de Bicicletas Antigas - Ruas da Cidade
15:00h - Parque Temático de Jogos tradicionais - Arcada/Jardim do Calvário
19:00h - «Festa Fafense» - Centro da cidade
22:00h - «Com Fafe Ninguém Fanfe» - Recriação histórica - Centro da cidade
28.04
11:30h - Apresentação da Confraria da Vitela Assada à moda de Fafe - Restaurantes de Fafe
13:00h - «Memórias da Vila» - Centro da cidade
14:15h - Recriação histórica «1913: Os “novos” Paços do Concelho» - Centro da cidade
15:00h - Mostra etnográfica «A memória e a gente: o Património» - Centro da cidade
20:00h - «A minha terra é formosa…» - Centro da cidade (Hino de Fafe)

Les migrations clandestines oubliées - conférence de Victor Pereira


A la Cité Nationale de l’Histoire de l’Immigration conférence de Victor Pereira sur Les migrations clandestines oubliées.

L’historien Victor Pereira, de l’Université de Pau et des Pays de l’Adour est l’invité de la Cité Nationale de l’Histoire de l’Immigration, pour une conférence le jeudi 11 avril, à 18h30, intitulée «Migrations clandestines oubliées. Les réseaux migratoires clandestins de la Péninsule ibérique vers la France, 1945- 1974».

La conférence sera animée par Marianne Amar, responsable de la recherche à la Cité nationale de l’histoire de l’immigration. «De nos jours, la figure du sans-papier renvoie aux migrants venant d’Afrique ou d’Asie. Pour échapper aux guerres, aux persécutions, à la misère, à un avenir fermé, pour aider leur famille ou accéder à des biens de consommations modernes, ces migrants africains ou asiatiques sont contraints d’employer des réseaux de passeurs, acteurs incontournables pour entrer dans l’espace européen. Ces entrées illégales sont devenues des enjeux majeurs des débats politiques contemporains. Or, les migrations clandestines n’ont pas toujours été ainsi politisées et elles ont parfois été favorisées par les autorités françaises. C’est le cas des migrations irrégulières espagnoles et surtout portugaises entre 1945 et 1974, migrations qui se développèrent sous les régimes dictatoriaux de Franco et de Salazar. Une grande partie des Portugais et des Espagnols est entrée irrégulièrement en France, employant des réseaux de rabatteurs et de passeurs plus ou moins organisés. Dans les années 1960 surtout, ces venues clandestines ont été tolérées par les autorités françaises: il fallait à la fois réduire l’immigration extra-européenne en général et l’algérienne en particulier, et faire face à la concurrence d’autres États d’immigration. Cette tolérance a nourri la croissance des flux clandestins: ceux qui partaient savaient qu’ils pourraient plus tard régulariser leur situation et rembourser leurs dettes».

La conférence étudiera les principales modalités et les routes de ces migrations clandestines ibériques qui se sont dirigées vers la France. Elle se penchera sur les figures du clandestin et du rabatteur. Enfin, elle montrera que ces mobilités clandestines ne peuvent se réduire à un échec des Etats, de départ et d’arrivée. Leur gestion des migrations clandestines apparaît, en effet, souvent frappée du sceau de l’ambiguïté.

Cité nationale de l’histoire de l’immigration  - Auditorium Philippe Dewitte
Paris

3.4.13

Migrações contemporâneas em Portugal e na Polónia


Conferência - Migrações contemporâneas em Portugal e na Polónia
Universidade Católica Portuguesa
Dia 3 de Abril

Trata-se de uma iniciativa da Embaixada da Polónia em Portugal que, articulada com o Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI) da Universidade Aberta e com o Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa procura analisar a forma como se desenvolveu a mobilidade nos dois países - Portugal e Polónia - e qual a situação actual vivida em cada um deles.

20.3.13

Pour une vie meilleure - Cité nationale de l'histoire de l'immigration


Mardi 14 Mai 2013 – Mercredi 31 Juillet 2013

L’exposition, en accès libre, présente dans le hall Marie Curie - Cité nationale de l'histoire de l'immigration - cinquante photographies en noir et blanc de Gérald Bloncourt prises en France et au Portugal entre 1954 et 1974. © Gérald Bloncourt

Militant de longue date, photographe engagé, Gérald Bloncourt découvre à Champigny, durant l’année 64 dans le cadre de ses reportages, un immense bidonville. Il est très vite accepté par les habitants grâce à ses liens étroits avec la CGT et, de fil en aiguille, il entre en contact avec des militants portugais luttant contre la dictature de Salazar. Il se rend alors à plusieurs reprises au Portugal, vivant notamment la révolution des œillets à Lisbonne. Il multiplie les aller-retour entre Porto, Lisbonne, Hendaye et la région parisienne, tantôt sur les chantiers, tantôt dans les usines et il accompagne des familles gagnant clandestinement la France à pied à travers les Pyrénées, photographiant leur calvaire.

Les vues réalisées en France entre 1954 et 1974 montrent les conditions de la vie quotidienne dans le camps de l'Abbé Pierre à Noisy-le-Grand, dans le bidonville de Champigny, ainsi qu'à Paris et Aubervilliers. D'autres vues, sur le thème du passage de la frontière, montrent le passage, à pied, de la frontière dans les Pyrénées, ainsi que le voyage, en train, Lisbonne-Hendaye-Paris et l'arrivée à Paris (gare d'Austerlitz).

Les vues du Portugal, réalisées à Lisbonne, Porto et dans la région montagneuse de Chaves lors d'un reportage en 1966, montrent avant tout la vie quotidienne (portraits de femmes, d'enfants, de gens sur les places publiques, au village, sur le marché etc.) et traitent dans une moindre mesure du travail et des conditions de l'habitat local.

L'exposition a été réalisée par le musée municipal de Viana del Castelo. Elle a bénéficié du soutien de l’Association Ao Norte (Portugal), l’association Poesia (Colombes, France), le Consulat de France de Porto, la Mairie de Colombes, le Musée des Migrations de Fafe, le Musée des Mémoires et des Frontières de Melgaço, l’Observatorio dos Luso Descendentes (Portugal) et l’Université de Minho.

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6.3.13

Hospital de São José da Misericórdia de Fafe


O edifício do Hospital deve a sua construção ao financiamento dos “Brasileiros de Torna – Viagem”, sendo uma réplica arquitectónica de outro, construído no Rio de Janeiro e propriedade da Sociedade Portuguesa de Beneficência, inaugurado no dia 16 de Setembro de 1858. No mesmo ano, a 8 de Abril, os fafenses emigrados no Rio de Janeiro, reuniram-se formalmente, decidindo fundar o Hospital na Vila de Fafe.
A construção do Hospital de São José da Misericórdia de Fafe foi iniciada quatro meses depois da inauguração do Hospital da Beneficência do Rio de Janeiro, constituindo o de Fafe uma réplica quase fiel do edifício brasileiro.
Em 6 de Janeiro de 1859 foi lançada a primeira pedra do Hospital de São José da Misericórdia de Fafe e, em 19 de Março de 1863, foi inaugurada a primeira fase de construção.
A obra foi inicialmente orçamentada em “5 000$00 sonantes” que não foram suficientes.

1.3.13

Dia Internacional da Mulher


No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de março, vão decorrer entre os dias 6 e 28 de março, no concelho de Fafe, várias atividades dedicadas à Mulher, desde cinema, exposições e um colóquio. 

No dia 6 de março, pelas 21:30 horas, vai ter lugar a exibição do filme “A Fonte das Mulheres” de Radu Mihaileanu, na Sala Manoel de Oliveira do Cineclube de Fafe
A iniciativa tem entrada grátis para o sexo feminino. 

 No dia 8 de março vai decorrer, entre as 09:00 horas e as 13:00 horas, um colóquio subordinado ao tema “Universo Feminino – História e Memória” no Auditório da Câmara Municipal de Fafe. A palestra conta com a orientação de Maria Beatriz Rocha-Trindade, investigadora do fenómeno migratório, de Nassalete Miranda, primeira mulher em Portugal a lançar um jornal, e Maria de Lurdes Godinho, docente do Instituto Politécnico de Leiria. Na abertura do colóquio vai ter lugar ainda a apresentação do projeto “Rumo à Igualdade”, a realizar pelo Serviço Social do Municipio, no âmbito do Plano Municipal para a Igualdade (PMI). 

Teatro dedicado à mulher 
Na noite de 8 de março sobe ao palco do Auditório da Junta de Freguesia de Antime a peça “Labirinto de Amor e Morte”, pelas 21:00 horas. O espetáculo insere-se no âmbito do projeto “Fafe Cidade das Artes” e vai ser interpretado por Marta Carvalho. 
Pela mesma altura abre ao público uma exposição de artes plásticas denominada “Filhas da Mãe”, na Galeria Municipal-Casa Municipal de Cultura de Fafe que vai estar patente até ao dia 28 de março. 

O evento é organizado pela Câmara Municipal de Fafe em conjunto com várias entidades locais, e vai decorrer entre os dias 6 e 28 de março no âmbito de celebração do Dia Internacional da Mulher.
in Descla

28.2.13

Colóquio - UNIVERSO FEMININO


História e Memória
UNIVERSO FEMININO
Deslocação, Mobilidade, Comunicação

No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher, a Câmara Municipal de Fafe em parceira com instituições locais, apresenta um programa dedicado à Mulher, que integra cinema, exposições e um colóquio, que decorrem ao longo do mês de Março.

Os Serviços Educativos dos Museus do Município - Museu do Automóvel, Museu das Migrações e das Comunidades e Museu de Imprensa - integram estas comemorações com a organização do colóquio subordinado ao tema “Universo Feminino - História e Memória ”.

PROGRAMA:

9:00 - Recepção dos participantes

9:15 - Sessão de Abertura
José Ribeiro – Presidente da Câmara Municipal de Fafe
Pompeu Martins – Vereador do Pelouro da Cultura
Maria Beatriz Rocha-Trindade – Universidade Aberta (CEMRI); Mulher Migrante - Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade (AEMM)

9:30 - Apresentação do projecto Rumo à Igualdade
Serviço Social do Município de Fafe

10:00 - Deslocação
Maria de Lurdes Godinho (Instituto Politécnico de Leiria)

10:30 - Mobilidade
Maria Beatriz Rocha-Trindade (Universidade Aberta/ CEMRI; Mulher Migrante Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade)

11:00 Coffee-break

11:30 - Comunicação
Nassalete Miranda (Jornal cultural “As Artes entre as Letras”)

12:00 - Debate
Moderação: Isabel Alves (Museu das Migrações e das Comunidades)

13:00 - Encerramento 
José Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal de Fafe

8 de março 2013
Auditório da Câmara Municipal de Fafe
Entrada livre.

A Terra da Rainha – Retratos Portugueses no Reino Unido


Residente no Reino Unido desde 2001, a autora Isabel Mateus prossegue a sua produção literária com a obra A Terra da Rainha – Retratos Portugueses no Reino Unido, cuja temática incide de novo na diáspora portuguesa.

“A Terra da Rainha conta-nos a realidade da emigração portuguesa para o Reino Unido nas últimas décadas, que vai para além das histórias contadas pelos próprios quando voltam à pátria: desde a experiência de quem vive num país sem conseguir falar a língua local, passando pelo papel das Comunidades Portuguesas e dos apoios das entidades das duas nações, até ao desenrolar do dia a dia do emigrante. É, acima de tudo, um livro para quem veio, para quem pensa vir e para quem conhece quem cá está.

De uma forma inspiradora entre prosa e poesia, a autora transmite-nos assim a noção de como a emigração portuguesa comunica a força da palavra que é única no nosso vocabulário português – a saudade.” (Filipa de Jesus, autora do blogue http://tugaemlondres.blogs.sapo.pt/)

A Terra da Rainha - Retratos Portugueses no Reino Unido encontra-se à venda nos sites www.isabelmateus.com, www.amazon.co.uk, www.amazon.fr, www.wook.pt e www.bertrand.pt .
No site da autora (http://www.isabelmateus.com/) é ainda possível descarregar gratuitamente a ficha técnica, o índice e o prefácio da obra, bem como o poema introdutório “Pátria”.

27.2.13

Conferência de encerramento da exposição “Os Irmãos Grimm – Vida e Obra”




Conferência de encerramento da exposição “Os Irmãos Grimm. Vida e Obra”, evento que concluirá também o ciclo de atividades sobre o tema organizado no âmbito das “XIV Jornadas de Cultura Alemã”.

Programa:

Bernhard Lauer (Diretor da Brüder Grimm-Gesellschaft/Sociedade dos Irmãos Grimm, Kassel/Alemanha), The spirit of language - The Brothers Grimm as fairy tale collectors, philologists and politically acting scholars

Teresa Cortez (Universidade de Aveiro), Os Irmãos Grimm e os seus contos - migrações portuguesas


Sara Reis da Silva (Instituto de Educação – Universidade do Minho), Da entrada em “casas muito doces” ou sobre as reescritas para a infância e a juventude de Hansel e Gretel

Org. Conselho Cultural e o Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos da Universidade do Minho
28 fev. 2013, 15h - Salão Nobre da Reitoria da UM

17.2.13

Ideias de Origem Portuguesa



Ideias de Origem Portuguesa
Lá se pensam, cá se fazem.

Ideias de Origem Portuguesa é um concurso para encontrar e promover projetos nas áreas do Ambiente e Sustentabilidade, Inclusão Social, Diálogo Cultural e Envelhecimento.
Uma iniciativa sua e da Fundação Calouste Gulbenkian na área do empreendedorismo social. É um desafio a todos os Portugueses na diáspora que têm ideias, talento e vontade de fazer mais e melhor. É uma convocatória a todos os que, apesar da distância, desejam participar na construção de Portugal, através de uma cidadania ativa, envolvente e participativa.

Para participar, basta ter vontade de implementar um bom projeto de inovação social e já agora ler o regulamento. Juntar uma equipa de 3 pessoas que inclua pelo menos um português ou lusodescendente residente no estrangeiro. Ter um discurso poderoso e convincente, fazer um vídeo com o mesmo.

11.2.13

Cartas de Amor, quem as tem?


No próximo dia 14 de Fevereiro, a Praça 25 de Abril será lugar de evocação do Amor.

“Cartas de Amor, quem as tem?” insere-se no conjunto de atividades pontuais que os Serviços Educativos dos Museus de Fafe irão realizar durante o ano.

Com o objetivo de desafiar os participantes e de surpreender quem passa no centro da cidade, no dia 14 de fevereiro para comemorar o Dia dos Namorados, haverá a partir das 9h30 até às 17h um estendal enorme para que possam pendurar gestos de amor. E que gestos são estes? Cartas, fotografias, desenhos, mensagens, cada participante irá escolher a sua forma de expressão.

Na Praça 25 de Abril estarão técnicos dos serviços educativos dos Museus da cidade de Fafe e no Posto de Turismo estarão disponíveis materiais para que todos possam deixar a sua mensagem de amor, real ou imaginário. Criatividade precisa-se. Participe!

Serviços Educativos

10.2.13

Mujeres Migrantes entre pasado y presente. El caso italiano



Call for papers
Proyecto para un número de “Genesis
sobre
Mujeres Migrantes entre pasado y presente. El caso italiano


La revista de la Sociedad Italiana de las Historiadoras (SIS), “Genesis”, solicita la presentación de propuestas de artículos para un numero sobre Mujeres migrantes entre pasado y presente. El caso italiano.

En Italia, desde algunas décadas, se han producido importantes reflexiones historiográficas sobre el tema de las migraciones cuya análisis permite la convergencia de una multiplicidad de aproximaciones disciplinarias. En los últimos años, además, los imponentes movimientos de población producidos por la globalización, han ampliado la presencia de sujetos y de problemas insertando el tema de una inmigración cuya característica es la mayoritaria presencia femenina.

A pesar de una enriquecedora literatura sobre género y migración que se propuso reconstruir el caso de las mujeres italianas, las experiencias femeninas de dislocación y las transformaciones en las relaciones de género que ella produce non han sido suficientemente exploradas y no han producido, todavía, una redefinición de conceptos y categorías analíticas para la lectura de los fenómenos migratorios más recientes: migraciones internas e inmigraciones.

Muchas preguntas quedan sin respuestas satisfactorias:
- Qué tipologias de “protagonismo femenino” es posible visualizar al interior de los movimientos migratorios?
- Si, cómo y en qué medida la experiencia migratoria influye en las relaciones entre mujeres y en las relaciones de género en la esfera privada (matrimonio, maternidad) y en la pública (trabajo, asociacionismo, política)?
- Cómo cambia la percepción de si mismas, del país de origen y de acogida?
- Cuáles emociones, sentimientos, vivencias, sistemas de representación, mecanismos de exclusión/inclusión produce?
- Cuáles son las vivencias de los G2?
- La migración efectivamente marca en las mujeres procesos de emancipación y conciencia crítica de sus roles y funciones familiares y sociales?
- Cómo viven las experiencias las “nuevas migrantes”, las mujeres que en los últimos veinte años se fueron de Italia a la búsqueda de mejores posibilidad de trabajo?

A pesar de que el tema adquiere más cuerpo al interior de la contemporaneidad, o sea del más amplio fenómeno de la emigración de masa, no queremos poner límites a la diacronía y referirnos a las variables más consideradas cuando se habla de emigración (factores de expulsión, dinámicas de integración, etc) sino más bien queremos focalizar la atención en la experiencia misma de la dislocación, de las dinámicas de la memoria, de la redefinición de identidades y de las dimensiones relacionales. Por otra parte, el análisis de experiencias dentro de un orizonte temporal amplio ayuda más a visualizar continuidades y novedades.
Por la amplitud del tema, se prefieren propuestas especialmente referidas al caso italiano ya sea para las dinámicas emigratorias, ya sea para las inmigratorias.

Los ámbitos sobre los cuales invitamos a presentar contribuciones son:
· Perspectivas teóricas, historiográficas, metodólogicas sobre género y migración;
· Análisis de nuevas fuentes;
· Reconstrucción de itinerarios individuales y colectivos;
· Migraciones, exilios, diásporas;
· Migraciones de retorno; mujeres de origen italiana y extranjera;
· Migraciones, revoluciones, transformaciones políticas;
· Asociacionismo y redes sociales;
· Género y poder; · Maternidad- migración;
· Memorias de género; · Los G2: historiografía y memoria;
· Nuevas formas de movilidad;
· Redefiniciones identitarias.

Las propuestas deben ser enviadas antes del 5 de marzo de 2013 a la dirección mail de las editoras del volumen: Maria Rosaria Stabili: stabili@uniroma3.it Maddalena Tirabassi: madtirabassi@virgilio.it
+ Info

5.2.13

Aristides de Sousa Mendes – O Cônsul de Bordeus

Exibição do filme “Aristides de Sousa Mendes – O Cônsul de Bordeus”, de João Correa e Francisco Manso, com Carlos Paulo, João Cabral, Laura Soveral, Leonor Seixas, São José Correia e Vítor Norte.
País: Portugal (2011)
Duração: 90’
Preço: 2,5 €
Classificação: M/16

Dia 6,  na Sala Manoel de Oliveira, às 21h30
Org. Cineclube de Fafe

Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches nasceu em Cabanas de Viriato, a 19 de Julho de 1885, no seio de uma família aristocrática rural, católica e conservadora.

Ocupou diversas delegações consulares portuguesas pelo mundo fora, entre elas Zanzibar, Brasil, Estados Unidos ou Guiana.

Cônsul de Portugal em Bordéus em 1940, ano da invasão da França pela Alemanha nazi na sequência da Segunda Grande Guerra, Sousa Mendes desafiou as ordens expressas do primeiro-ministro, Salazar (que, durante esses anos, manteve a neutralidade de Portugal), e concedeu mais de 30 mil vistos de entrada em Portugal a refugiados de todas as nacionalidades que desejavam fugir de França.

Revelando uma coragem e determinação invulgares - e consciente do risco para sua vida e a da sua família -, recusou-se a entregar milhares de pessoas a um destino certo nos campos de concentração nazis.

Confrontado com os primeiros avisos de Lisboa, ele terá dito: "Se há que desobedecer, prefiro que seja a uma ordem dos homens do que a uma ordem de Deus".

Aristides de Sousa Mendes faleceu na miséria, a 3 de Abril de 1954, no hospital dos franciscanos em Lisboa. in Cine Cartaz - PÚBLICO

30.1.13

La dictature de Salazar face à l'émigration : l'État portugais et ses migrants en France (1957-1974)


O comportamento do Estado Novo face à emigração é o tema de um livro de Victor Pereira, intitulado "La dictature de Salazar face à l'émigration - L'État portugais et ses migrants en France (1957-1974)". O autor é doutorado em História pelo Instituto de Estudos Políticos, em Paris.

O livro foi apresentado durante uma conferência, ontem, dia 29 de janeiro, na sala de conferências da Livraria Mollat, 91 rue Porte Dijeaux, em Bordeaux. A livraria Mollat é um dos grandes pólos culturais da cidade de Bordeaux e a maior livraria independente de França.
De 1957 à 1974, près d'un million de Portugais migrent vers la France. Cette étude montre comment la dictature salazariste s'organise alors pour conserver des liens avec ses ressortissants et les surveiller tout en devant articuler cet exode massif avec les débats qui ont cours en son sein sur la modernisation économique et sociale et le maintien de l'Empire.

Victor Pereira, docteur en histoire à l'Institut d'études politiques de Paris, est maître de conférences à l'Université de-Pau et des Pays de l'Adour. Il mène des recherches sur l'émigration portugaise, espagnole et française et sur l'histoire du XXe siècle portugais. +

A Imigração Ucraniana ao Paraná: Memória, identidade e religião

Lançamento do livro A Imigração Ucraniana ao Paraná: Memória, identidade e religião (Editora da UFPR) de Paulo Renato Guérios - Professor do Departamento de Antropologia da UFPR.

Publicação sobre os imigrantes ucranianos que que se fixaram no Brasil na década de 1890 e dos seus descendentes que vivem hoje nas “colônias” do Município de Prudentópolis (PR).
Na primeira parte, são estudadas as condições sociais da produção de lembranças acerca da chegada ao Brasil a partir dos relatos deixados em diferentes épocas por alguns dos imigrantes.
Na segunda parte, são estudadas as condições do seu estabelecimento nas colónias paranaenses e o modo pelo qual eles se inseriram no novo universo social aí constituído, lançando mão das suas disposições adquiridas para a ação.
Na terceira parte, são examinados os desdobramentos históricos ocorridos nas colónias utilizando como fontes materiais de arquivo, fotografias e observações provenientes do trabalho de campo realizado em Prudentópolis. +

23.1.13

XIV Jornadas de Cultura Alemã


Na sequência das acções realizadas ao abrigo do Protocolo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Fafe / Museu das Migrações e a Universidade do Minho (UM), divulgamos o programa das XIV Jornadas de Cultura Alemã promovidas pelo Instituto de Letras e Ciências Humanas - Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos da UM.  + +

XIV Jornadas de Cultura Alemã
“Em torno da Vida e Obra dos Irmãos Grimm”

de 25 de janeiro a 1 de março de 2013

O Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos da UM organiza, em estreita colaboração com o Conselho Cultural da Universidade do Minho, as XIV Jornadas de Cultura Alemã cujo programa será inteiramente dedicado à “Vida e Obra dos Irmãos Grimm”. Evocando o bicentenário da publicação originária em alemão do primeiro volume da coletânea dos famosos contos de Jakob e Wilhelm Grimm que, desde então, foram traduzidos para inúmeras línguas e adaptados aos mais diversos meios e suportes, como à banda desenhada e ao cinema, cunhando assim o imaginário coletivo de sucessivas gerações em todo o mundo, o programa das XIV Jornadas de Cultura Alemã integra duas exposições, uma promovida pelo Conselho Cultural da UM, outra pela Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, palestras por especialistas, representações de peças por grupos de teatro escolar, assim como um ciclo de filmes alemães (legendados em português) dedicados aos contos dos Grimm.

Mais informações: www.ilch.uminho.pt/dege
Locais: Galeria do Salão Medieval da Universidade do Minho, Largo do Paço; Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho; Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva
Organização: Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos, Instituto de Letras e Ciências Humanas & Conselho Cultural da Universidade do Minho

20.1.13

Partenza Degli Emigranti


"Partenza Degli Emigranti", 1896, de Angelo Tommasi  (Livorno 1858 - Torre del Lago, Lucca 1923) 
(Óleo s/ tela)

29.12.12

Protocolo de colaboração com a Direcção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas


"O Museu das Migrações e das Comunidades de Fafe acaba de ver reconhecido o trabalho que tem desenvolvido nesta área, ontem, com a assinatura do protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Fafe e a Direcção Geral das Comunidades Portuguesas. Um protocolo que abre, agora, portas para a expansão e maior apetrechamento do espaço museológico.
O protocolo foi assinado na Casa da Cultura de Fafe, pelo presidente da câmara, José Ribeiro, e pelo secretário de Estado da Emigração e das Comunidades, José de Almeida Cesário, que aproveitou para visitar o acervo histórico existente." in Correio do Minho  +

28.12.12

Protocolo de colaboração com a Direcção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas

O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José de Almeida Cesário, deslocou-se a Fafe na tarde de 27 de dezembro, onde assistiu e homologou um protocolo de cooperação que tem por objeto enquadrar domínios de interesse mútuo, no âmbito das questões migratórias e do programa de atividades do Museu das Migrações e das Comunidades.
O documento foi firmado entre a Câmara Municipal de Fafe e a Direcção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas e a cerimónia teve lugar pelas 17h00, no Museu das Migrações e das Comunidades. 

O protocolo valoriza “a relevância e a diversidade das questões relativas à emigração da população do concelho de Fafe” e “a vantagem de se reforçar a cooperação institucional com vista a criar sinergias que favoreçam o desenvolvimento do trabalho de recolha, preservação, investigação e divulgação dos acervos materiais e imateriais relativos à emigração portuguesa que o Museu das Migrações e das Comunidades tem com reconhecido mérito levado a cabo desde a sua criação”. 
O documento enquadra ainda a necessidade de se mobilizarem as comunidades portuguesas “a participar no esforço de aprofundar o conhecimento científico sobre os movimentos migratórios portugueses e de preservar a memória da presença portuguesa nos diversos países de acolhimento das comunidades portuguesas”. O acordo entrou em vigor na data da sua assinatura e vigora por um período inicial de três anos, renováveis por iguais e subsequentes períodos, até denúncia por uma das partes.

20.12.12

Boas Festas

Desejos de um Feliz Natal e um Bom Ano Novo.
We wish you a Merry Christmas and a Happy New Year.
Geseënde Kersfees en 'n voorspoedige Nuwe jaar Geseënde Kersfees en 'n gelukkige nuwe jaar Gëzuar Krishtlindjet e Vitin e Ri E güeti Wïnâchte un e gleckichs Nej Johr Gozhqq Keshmish መልካም ገና (Melkam Gena) - Merry Christmas - celebrated on 7th January መልካም አዲስ አመት (Melkam Addis Amet) - Happy New Year - celebrated on 11th September Gozhqq Keshmish Շնորհավոր Ամանոր և Սուրբ Ծնունդ (Shnorhavor Amanor yev Surb Tznund) Bones Navidaes y Gayoleru añu nuevu! Sooma Nawira-ra З Божым нараджэннем (Z Bozym naradzenniem) Шчаслівых Калядау (Szczaslivych Kaliadau) З Новым годам i Калядамi (Z Novym godam i Kaliadami) Zorionak eta urte berri on শুভ বড়দিন (shubho bôṛodin) শুভ নববর্ষ (shubho nôbobôrsho) Asgwas amegas (Happy New Year) Sretan Bozic i sretna nova godina Честита Коледа (Čestita Koleda) Весела Коледа (Vesela Koleda) Щастлива Нова Година (Štastliva Nova Godina) Честита нова година (Čestita nova godina) Bon Nadal i feliç any nou ᏓᏂᏍᏔᏲᎯᎲ & ᎠᎵᎮᎵᏍᏗ ᎢᏤ ᎤᏕᏘᏴᎠᏌᏗᏒ (Danistayohihv & Aliheli'sdi Itse Udetiyvasadisv) 聖誕節同新年快樂 (singdaanjit tùhng sànnìhn faailohk) 恭喜發財 (gùng héi faat chōi) - used at Chinese New Year 聖誕快樂 新年快樂 [圣诞快乐 新年快乐] (shèngdàn kuàilè xīnnián kuàilè) 恭喜發財 [恭喜发财] (gōngxǐ fācái) - used at Chinese New Year Tsaa Nu̶u̶sukatu̶̲ Waa Himaru̶ Sretan Božić! Sretna Nova godina! Glædelig jul og godt nytår Veselé vánoce a šťastný nový rok Prettige kerstdagen en een Gelukkig Nieuwjaar! Zalig kerstfeest en Gelukkig Nieuwjaar Ĝojan Kristnaskon kaj feliĉan novan jaron Bonan Kristnaskon kaj feliĉan novan jaron Rõõmsaid Jõule ja Head Uut Aastat Häid Jõule ja Head Uut Aastat Zalig Kerstfeest en Gelukkig Nieuwjaar Joyeux Noël et bonne année Bo Nadal e próspero aninovo გილოცავთ შობა-ახალ წელს (gilocavth shoba-akhal c’els) - frm გილოცავ შობა-ახალ წელს (gilocav shoba-akhal c’els) - inf Frohe/Fröhliche Weihnachten und ein gutes neues Jahr / ein gutes Neues / und ein gesundes neues Jahr / und einen guten Rutsch ins neue Jahr Frohes Fest und guten Rutsch [ins neue Jahr] Καλά Χριστούγεννα! (Kalá hristúyenna) Ευτυχισμένο το Νέο Έτος! (Eftyhisméno to Néo Étos!) Καλή χρονιά! (Kalí hroñá) Gleðileg jól og farsælt komandi ár Gleðileg jól og farsælt nýtt ár Nollaig shona duit/daoibh (Happy Christmas to you) Beannachtaí na Nollag (Christmas Greetings) Beannachtaí an tSéasúir (Season's Greetings) Athbhliain faoi mhaise duit/daoibh (Prosperous New Year) Bliain úr faoi shéan is faoi mhaise duit/daoibh (Happy New Year to you) Buon Natale e felice anno nuovo メリークリスマス (merī kurisumasu) New Year greeting - 'Western' style 新年おめでとうございます (shinnen omedetō gozaimasu) New Year greetings - Japanese style 明けましておめでとうございます (akemashite omedetō gozaimasu) 旧年中大変お世話になりました (kyūnenjū taihen osewa ni narimashita) 本年もよろしくお願いいたします (honnen mo yoroshiku onegai itashimasu) Noel alegre i felis anyo muevo Kirîsmes u ser sala we pîroz be Bon natal e anio nova felis Natal joios e bon anio nova Priecīgus Ziemassvētkus un laimīgu Jauno gadu Natale hilare et annum faustum E schéine Chrëschtdag an e glécklecht neit Joer Schéi Feierdeeg an e glécklecht neit Joer Schéi Chrëschtdeeg an e gudde Rutsch an d'neit Joer Il-Milied Ħieni u s-Sena t-Tajba Awguri għas-sena l-ġdida Nizhonigo Keshmish Baahózhó Doo Nínanahí Glæd Geol and Gesælig Niw Gear Feliz Natal e próspero ano novo / Feliz Ano Novo Boas Festas e Feliz Ano Novo / Um Santo e Feliz Natal Alassëa Hristomerendë! Alassëa Vinyarië! Crăciun fericit şi un An Nou Fericit Krismasi Njema / Heri ya krismas Heri ya mwaka mpya God jul och gott nytt år Веселого Різдва і з Новим Роком (Veseloho Rizdva i z Novym Rokom)

9.12.12

Fronteiras e Mobilidades na Península Ibérica, Séc. XX


Terá lugar nos próximos dias 13 e 14 de Dezembro na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa (FCSH/UNL) o Colóquio Internacional "Fronteiras e Mobilidades na Península Ibérica, Séc. XX", organizado no âmbito do projecto "PTDC/HIS-HIS/103810/2008. Além do fracasso e do Maquiavelismo. A emigração portuguesa irregular para França, 1957-1974", acolhido pelo Instituto de História Contemporânea e sob coordenação de Victor Pereira.

30.11.12

Na fronteira entre a memória e a esperança

"Especialistas reuniram-se no lugar simbólico de Hendaya e debateram a emigração nos anos 60. Foi uma jornada de olhar plural sobre um fenómeno marcante na sociedade portuguesa.
Na cartografia da emigração portuguesa, Hendaye é, de muitas maneiras, lugar simbólico por excelência. Lugar de liberdade – o passo de Hendaye era verdadeiramente a superação da “fronteira entre a mágoa e a França” (Manuel Alegre), espaço afluente de memórias da aventura trágico-terrestre que foi a emigração (um milhão e meio de portugueses entre 1957 e 1974) de que Hendaye, afinal, foi a grande placa giratória. Essas perspetivas, esse exercício de memória em busca do tempo passado (sempre com o horizonte do presente e do futuro no pensamento) passou dominantemente pelo Colóquio Internacional sobre a Emigração Portuguesa dos anos 60, que no dia 16 se realizou em Hendaye, graças à vontade e capacidade mobilizadora de Manuel Dias. À volta dos temas em debate, juntaram-se historiadores, sociólogos, jornalistas, políticos, num diálogo que o embaixador de Portugal em Paris considerou de qualidade e extremamente interessante. 

Na sessão de abertura, Manuel Dias lembrou que “Hendaye e a fronteira dos Pirinéus foram a porta da liberdade para esses milhões de portugueses e espanhóis que fugiram das ditaduras de Franco e de Salazar para buscar trabalho e viver em liberdade”. Manuel Dias explicou que esta iniciativa era, também, uma maneira de “homenagear esses milhares de portugueses que contribuíram para construir e enriquecer a França e escreveram páginas das histórias de França, de Portugal e da Europa dos povos e dos cidadãos”. A importância deste colóquio, nas suas múltiplas dimensões culturais, com destaque para a articulação histórica, social e económica com a França, foi destacada pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, Luc Gresson, diretor da Cidade Nacional da História da Imigração, Pompeu Martins, da Câmara de Fafe, Leão Rocha, cônsule português em Bordéus e Jean-Baptiste Sallaberry, maire de Hendaye, que também deu as boas-vindas aos participantes. 

Numa longa jornada de debates, com qualificados especialistas nos domínios da história e da sociologia, foi possível fazer uma introspeção às problemáticas da emigração, designadamente sobre as origens da emigração portuguesa para a França e a Europa, com um enfoque da longa duração do fenómeno por Maria Beatriz Rocha-Trindade, as diferenças entre a emigração portuguesa e a espanhola para França, vista à luz dos tratados, analisadas por Victor Pereira, historiador que acaba de publicar um interessante livro: La dictature de salazar face à L’emigration – L’Etat portugais et ses migrants en France (1957-1974), ou a historiadora Marie-Christine Volovich Tavares, que explicou bem como a “emigração portuguesa foi uma emigração de rutura”, pelas suas particularidades políticas e sociais. 
Outro tema em discussão foi os contributos da emigração portuguesa à sociedade francesa, com o sociólogo Albano Cordeiro a sublinhar o aspeto das relações sociais e o associativismo, o jornalista Carlos Pereira falando das mudanças de qualidade verificadas entre a primeira, a segunda e a terceira gerações e Jorge Portugal Branco, outro sociólogo, a mapear o dinamismo das relações entre os dois países, a partir do fenómeno migratório. 

No painel que debateu o papel da emigração portuguesa na economia do país de origem, foi interessante ouvir Isabel Ferreira, diretora do Museu da Emigração e das Comunidades , o único deste tipo existente em Portugal, falar do trabalho de preservação da memória no universo migratório, do deputado Carlos Gonçalves caracterizar as mudanças operadas na comunidade portuguesa de França, ou de Paulo Pisco, outro deputado, estigmatizar o conceito que olha para a emigração como produto de exportação." (...)

"A emigração, mau grado a sua condição de fenómeno de longa duração, historicamente marcante, continua a ser uma coisa obscura na sociedade portuguesa, espécie de fantasma que paira sobre a realidade. A década de 60, que era o horizonte temporal do debate, com a saída de um milhão e meio de portugueses, configurou o território ao país das ausências. Em boa verdade, instalou-se ao longo do tempo uma retórica económica que, em certa medida, reduzia a emigração portuguesa às remessas – é a economia, estúpido! – que foram uma cornucópia de vultuosos cifrões, muito antecipadora dos fundos comunitários. Isso produziu uma imagem distorcida das coisas e uma leitura minimalista de um fenómeno estrutural com implicações, também, nos domínios da demografia, do imaginário, da paisagem física e humana, e, sobretudo, da mentalidade. Estão por apurar, em toda a sua extensão, as implicações da mudança, certamente contraditórias, articuladas à escala do território, com notável influência no espaço simbólico: traços de um confronto inscrito na psicologia coletiva. A presença massiva de portugueses na Europa, em países de matriz democrática, traduzia-se em experiências de vida que eram gritos de liberdade no “Portugal amordaçado”. As ausências transformaram-se, assim, em presença de utopias, de desjo e liberdade. A emigração persistiu como fenómeno fugidio e rodeado de silêncios. No JF, há muitos exemplos de cortes de censura sobre os diversos tipos de “salto” e alguns os mostrei, em Hendeye, para espanto dos circunstantes. O mito do Brasil, criado à volta da emigração intercontinental, produziu o grande romance A Selva, de Ferreira de Castro; a grande saga da emigração para a Europa está, em larga medida, por escrever, por ler, por conhecer. Daí, também, a importância deste Colóquio de Hendaye que, como pude dizer lá, deverá continuar em 2013 no Fundão, como coração da Beira, para debater as sombras e a luz que incidem na memória: na literatura, no cinema, na fotografia, na sociologia, na mentalidade, na mudança. E, questionando-se, questionar a Europa. No próximo ano, no Fundão..."

Fernando Paulouro Neves in Jornal do Fundão +

22.11.12

Immigration portugaise des années 1960 vers la France et l’Europe

Teve lugar no passado dia 16 o colóquio “Immigration portugaise des années 1960 vers la France et l’Europe’”, no Espace Culturel Mendi-Zolan, Sokoburu, Hendaye, no âmbito das Comemorações do Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França. O colóquio decorreu na emblemática cidade de Hendaye e contou com a participação de vários investigadores portugueses e franceses, no sentido de dar a conhecer a participação portuguesa na reconstrução da França no pós 2ª Guerra Mundial, valorizando a presença e integração da comunidade portuguesa, hoje parte integrante daquele país. 

O Município de Fafe esteve representado pelo Vereador da Cultura, Pompeu Miguel Martins, e pela coordenadora do Museu das Migrações, Isabel Alves. Na mesa oficial de abertura o Vereador da Cultura apresentou o Museu e estendeu o convite aos investigadores presentes para que os seus trabalhos integrem o Museu e contribuam para o estudo do fenómeno migratório, continuando o trabalho em rede que tem vindo a ser implementado. Isabel Alves falou da importância da recolha, preservação, estudo e comunicação do património resultado do fenómeno migratório, não só material mas também imaterial, que é hoje parte integrante do nosso país, país de origem, mas também nos países de acolhimento dos portugueses que partiram em busca de melhores condições de vida. No âmbito do trabalho de cooperação do Município de Fafe com instituições radicadas em França, o programa do evento contou ainda com a inauguração das exposições de fotografia 'Sala de espera' de Gabriel Gonzalez e ‘Por uma vida melhor’ de Gérald Bloncourt.
Um dos momentos altos do evento foi precisamente a homenagem prestada a Gérald Bloncourt, à investigadora Maria Beatriz Rocha-Trindade e a Abílio Laceiras pelo trabalho que têm vindo a realizar ao longo das suas vidas sobre as migrações portuguesas. 

 As mesas redondas abordaram temas como as origens da emigração portuguesa, os contributos para o país de origem e o país de acolhimento, o contributo da emigração para a economia portuguesa, o papel das mulheres e dos jovens e as questões de fronteira(s), debatidos pelos nomes maiores da investigação da e/imigração – Maria Beatriz Rocha-Trindade, Marie-Christine Tavares, Jorge Portugal Branco, Catherine de Wenden, Victor Pereira. Igualmente a presença de ilustres figuras do Jornalismo e Comunicação Social acrescentaram outras perspectivas ao debate, nomeadamente Carlos Pereira, director do Luso Jornal e Fernando Paulouro das Neves, diretor do Jornal do Fundão. A participação de responsáveis associativos contribuíram para uma visão lusofrancesa da integração portuguesa em França e da actualidade das associações de luso-descendentes naquele país. De assinalar a participação de várias individualidades políticas de Bordéus, Portugal e França, nomeadamente do secretário de Estado das Comunidades, do Embaixador de França em Portugal e do Embaixador de Portugal em França, que acrescentaram uma mais-valia ao colóquio, não só pelas suas contribuições, mas certamente pelo impacto que os temas propostos no colóquio possam vir a ter nas medidas actuais sobre a emigração. 

O colóquio contou com a organização do Comité Aristides de Sousa Mendes e do RAHMI – Réseau aquitain pour l’histoire et la mémoire de l’immigration (Musée d’Aquitaine) em Bordéus, França e teve o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Ministère des Affaires Etrangères, Cité Nationale de l’histoire de l’immigration e Município de Fafe - Museu das Migrações e das Comunidades.

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3.11.12

Miguel Monteiro

Miguel Monteiro (10/01/1955 - 03/11/2009)

Partiu cedo demais. Como todos os homens de bem.

Miguel Teixeira Alves Monteiro nasceu em 10 de janeiro de 1955, em Vila Boa, S. Bartolomeu do Rego, Celorico de Basto. Concluiu a licenciatura História, em 1980, e fez o estágio profissional em exercício na Escola Preparatória Bocage, em Setúbal, entre 1981/1983. Pertenceu ao quadro de nomeação definitiva da escola EB 2/3 Professor Carlos Teixeira, Fafe, onde permaneceu até 3 de novembro de 2009, data em que faleceu. Paralelamente...

11.10.12

Gérald Bloncourt no Musée d'Aquitaine




Vendredi - 19 oct, 18h - place au Portugal

« Pour une vie meilleure »
Photographies de Gérald Bloncourt.

Vernissage de l’exposition en présence du photographe
En savoir plus

10.10.12

Bons baisers du Portugal - Musée d'Aquitaine



                                                              Photographie de  Gérald Bloncourt

Après la Turquie en 2009, l’Afrique en 2010, le musée d’Aquitaine, Alifs et le RAHMI poursuivent l’aventure des « Bons Baisers » en vous proposant cette année « Bons Baisers du Portugal ».

Cet évènement qui a pour cadre l’anniversaire du cinquantenaire de l’histoire de l’Immigration portugaise en France aura lieu les 19, 20 et 21 octobre 2012. Ces trois jours nous permettront donc de rencontrer des artistes, auteurs, conteurs, poètes, illustrateurs, musiciens, responsables associatifs locaux.

Faire découvrir la richesse de la production artistique et culturelle du Portugal dans toute sa diversité, telle est notre ambition de départ mais elle est enrichie cette année par la volonté de faire connaître l’histoire et la mémoire de l’Immigration en France et notamment en Gironde.

La manifestation « Bons Baisers du Portugal » entend donc contribuer autant que possible à la promotion et au rayonnement de l’histoire et de la mémoire de la population Portugaise en France depuis les années 50 au travers de la mise en avant des arts et de la culture de ce pays, à Bordeaux. Il s’agit pour nous à travers cette manifestation d’imprimer un label de qualité qui se distingue par son exigence, chaque année renouvelée, d’accueillir et de valoriser des artistes dont la démarche artistique contribue à forger la création contemporaine tant dans les arts de la scène, dans les arts visuels, dans la littérature que dans les sciences sociales.