8.8.12

15.º Encontro Europeu de Jovens Lusodescendentes


Fafe recebeu no passado dia 3 o 15.º Encontro Europeu de Jovens Lusodescendentes, que se realizou nas cidades de Braga, Fafe, Guimarães e Vila Nova de Famalicão entre o dia 30 de Julho e 4 de agosto. O Encontro é organizado anualmente pela Coordenação das Colectividades Portuguesas em França (CCPF) e decorre sempre em diferentes distritos portugueses. O objectivo é reunir jovens de diferentes países europeus, para que possam partilhar as realidades associativas dos diferentes países de origem, e conhecer melhor o país de origem dos seus antepassados, as suas raízes.

Este é já o terceiro ano que o Município de Fafe colabora com a Coordenação das Colectividades Portuguesas em França na organização de um dia passado nesta cidade, na descoberta da história da emigração portuguesa, da cidade e das suas especificidades e da história que nos une.
O grupo que este ano descobriu Portugal, integrou jovens lusodescendentes de França, Estados Unidos da América, Haiti, Luxemburgo e Suécia. O programa do dia 3 incluiu uma especial visita ao Museu das Migrações e das Comunidades, ao Museu de Imprensa e um percurso pelo centro histórico de Fafe, terminando a manhã com uma visita ao belo Teatro Cinema, visita brindada com um inesperado momento musical de Adelino Sousa o animador cultural que acompanhou os jovens, radicado em França, e Débora Arruda, açoriana e professora de português em França, membro da CCPF.

A tarde iniciou na Sala Manoel de Oliveira com a Cerimónia Oficial de encerramento deste 15.º Encontro de Lusodescendentes, sessão que contou com a presença do Executivo do Município, com o responsável da Caixa de Crédito Agrícola, e com o Director Executivo da ADRAVE, que apoiaram a realização do encontro, assim como, com a participação de Marie-Hélène Euvrard, vice-presidente da CCPF.

Neste espaço decorreu ainda a exibição do documentário ‘Transbordados: de Arões para a Europa’ de Tiago Moreira, (produção ADISFAF) que inclui testemunhos de portugueses que partiram para França nos anos 60 e 70, assim como, a visão dos jovens que no presente se questionam perante a possibilidade de emigrar. A sessão foi seguida de uma tertúlia na qual se trocaram ideias sobre questões de identidade e de pertença. De assinalar que todos os jovens lusodescendentes do grupo falavam português e demonstravam uma enorme vontade de conhecer Portugal. Estes jovens tinham diferentes histórias de vida e diferentes contextos, pois os seus pais emigraram de diferentes pontos do país; uma das jovens é descendente de pais e avós maternos naturais de Silvares S. Martinho, Fafe.




O dia terminou com uma visita ao Museu do Moinho e do Povo de Aboim, seguida de uma visita e prova de vinhos à empresa “Vinhos Norte”. Um dia pleno de descobertas, encontros e partilhas.
 

O programa deste dia 3 contou com o apoio da ADISFAF, da ADRAVE, do Cineclube de Fafe, da Junta de Freguesia de Aboim, da Junta de Freguesia de Silvares S. Martinho e da empresa Vinhos Norte.

7.8.12

São férias




Atelier de expressão plástica no Museu.

2.8.12

15.º Encontro Europeu de Jovens Lusodescendentes

A Coordenação das Colectividades Portuguesas em França organiza todos os anos o Encontro Europeu de Jovens Lusodescendentes em Portugal. Este encontro tem como objectivo, reunir jovens de diferentes países europeus para que possam partilhar as realidades associativas nos diferentes países de origem. 

O programa do 15.º Encontro, que teve inicio no dia 30 de Julho, está a decorrer entre as cidades de Vila Nova de Famalicão, Braga e Guimarães, encerra amanhã, dia 3 de agosto na cidade de Fafe. Este é já o terceiro ano (http://www.ccpf.info/eejl_photos.html) que o Município de Fafe colabora com a Coordenação das Colectividades Portuguesas em França na organização de um dia passado nesta cidade, na descoberta da história da emigração portuguesa, da cidade e das suas especificidades e da história que nos une. 

O grupo que este ano descobre Portugal, integra jovens lusodescendentes de França, Estados Unidos da América, Itália, Luxemburgo e Suécia. O programa do dia 3 inclui uma especial visita ao Museu das Migrações e das Comunidades, ao Museu de Imprensa e um percurso pelo centro histórico de Fafe. A manhã termina com a visita ao belo Teatro Cinema. 

A tarde inicia na Sala Manoel de Oliveira com a exibição do documentário ‘Transbordados: de Arões para a Europa’ de Tiago Moreira, (produção ADISFAF) que inclui testemunhos de portugueses que partiram para França nos anos 60 e 70, assim como, a visão dos jovens que no presente se questionam perante a possibilidade de emigrar. A sessão será seguida de uma tertúlia com a presença de jovens locais e intervenientes no documentário. Sessão aberta ao público, com entrada gratuita.

Decorrerá também nesta sala a Cerimónia Oficial de encerramento do Encontro com a presença do Executivo do Município. Para terminar o dia será ainda realizada uma visita ao Museu do Moinho e do Povo de Aboim, seguida de uma visita à empresa “Vinhos Norte”. Ficará assim o dia pleno de descobertas, encontros e partilhas. 

O programa do dia 3 conta com o apoio da ADISFAF, da ADRAVE, do Cineclube de Fafe, da Junta de Freguesia de Aboim, da Junta de Freguesia de Silvares S. Martinho e da empresa Vinhos Norte, sem os quais o dia não seria certamente tão rico.

26.7.12

IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas


A Fundação Casa de Rui Barbosa está a promover, de 13 a 15 de agosto, o IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus-Casas: Revestimentos internos das casas do século XIX, dedicado ao debate dos revestimentos arquitetônicos dos interiores, com destaque para o azulejo, o estuque e a pintura mural, e as relações entre a tradição portuguesa, com traços ocidentais e orientais, e sua aplicação no Brasil.

Por ocasião das comemorações do Ano de Portugal no Brasil e Ano do Brasil em Portugal (7/09/2012 – 10/06/2013), o IV Encontro presta homenagem ao Real Gabinete Português de Leitura, pelos seus 175 anos de serviços de divulgação cultural, e assinala a parceria que vem sendo desenvolvida entre a Fundação Casa de Rui Barbosa e as organizações portuguesas Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva (FRESS), Museu da Emigração e das Comunidades (MEC) e o ICOM Portugal.

8.5.12

Dia Internacional dos Museus

                                                                              Fotografia ©Naturfafe
Dia Internacional dos Museus no Município de Fafe
“Museus num mundo em mudança: novos desafios, novas inspirações”

No próximo dia 18 de Maio de 2012, será celebrado o 35º aniversário do Dia Internacional dos Museus, subordinado ao tema “Museus num mundo em mudança: novos desafios, novas inspirações”. Para evocar este dia todos os Museus do Município de Fafe terão entrada livre, visitas guiadas, exposições e oficinas temáticas.

Paralelamente serão realizadas campanhas de sensibilização junto das escolas, com a presença de um técnico, sensibilizando para a importância dos museus num mundo em mudança e para o usufruto e partilha do património. Inscrição prévia por parte das escolas.

O Museu Regional do Automóvel programou a actividade ‘Se eu sonhasse um carro seria… ‘– uma visita especial para um dia especial, prolongada com um ateliê de pintura e expressão plástica. (Marcação prévia)

No Museu Hidroeléctrico de Santa Rita é oferecida a oportunidade de participar numa ‘luminosa’ visita – ‘Há luz na Villa’ - concebida para dar a conhecer alguns pormenores históricos da chegada da luz eléctrica à Villa de Fafe no início do século XX. (Marcação prévia).

O Museu Regional da Imprensa apresenta a exposição ‘Século XIX – Século XX - A publicidade na imprensa local’ que retrata anúncios publicados na imprensa fafense na 1ª República. A exposição apresenta uma aproximação ao anúncio publicitário no quadro da imprensa local, na sua função publicitária, reflexo da cultura, da política, da economia e da sociedade da época. A exposição estará patente de 18 a 31 de maio, no horário do Museu, com o serviço de visitas guiadas, tendo como público-alvo privilegiado a comunidade educativa.

O Museu das Migrações e das Comunidades programou a actividade ‘Um passo em frente’, dinâmica que propõe a reflexão sobre a problemática da e/imigração de ontem e de hoje. O público-alvo privilegiado é a comunidade educativa. (Marcação prévia).

O programa termina às 21h30, na Sala Manoel de Oliveira com a exibição do documentário ´Transbordados: de Arões para a Europa’ de Tiago Moreira, que conta a história de homens e mulheres da Vila de Arões S. Romão que deram ‘o salto’ em busca de melhores condições de vida. São relatos contados na 1ª pessoa, sobre a emigração dos anos 60 e 70, complementados pela visão actual dos jovens sobre o tema. Documentário produzido pela ADISFAF (Associação para o Desenvolvimento e Inclusão Social de Fafe).

A sessão inicia às 21h30 com um espaço de sensibilização para a importância dos museus num mundo em mudança, seguido de um momento musical com Diana Baptista e Duarte Baptista. Terminará com uma tertúlia sobre e/imigração ontem e hoje, com a presença do realizador Tiago Moreira e de alguns dos intervenientes neste documentário.

Para além do Município de Fafe e da Naturfafe na programação geral, esta sessão em particular, conta com a parceria da ADISFAF, do Cineclube de Fafe e do Centro UNESCO - Memória e Identidade.

Mais informação e marcações para 253 490 908 | 253 493 311| geral@museu-emigrantes.org | naturfafe@naturfafe.pt

30.4.12

Fotografia e Investigação


No âmbito do Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura terá lugar no próximo dia 2 de Maio, pelas 18 horas, no Auditório do Instituto da Educação, da Universidade do Minho mais uma sessão do Ciclo Percursos Profissionais na Área da Cultura.
O encontro, subordinado ao tema Fotografia e Investigação, contará com a participação de Álvaro Domingues, Professor da Faculdade de Arquitetura, da Universidade do Porto, e de Isabel Alves, responsável pelo Museu das Migrações e das Comunidades, de Fafe.

Mais informação aqui.

24.4.12

A emigração, a imprensa e a censura em Portugal


"A emigração vista por escritores portugueses: Quando os portugueses partiam a salto"

por Isabel Vieira – Universidade da Sorbonne, Paris

'O salto representou para muitos portugueses a única via possível para sair de Portugal salazarista e caetanista. "O salto" ou "passaporte de coelho" inspirou o cinema francês ("O salto" de Christian de Chalonge (1967), e documentários "Les gens do salto" de José Vieira.
A palavra "emigração" irritava a censura e qualquer referência ao fenómeno não era bem-vinda. Os escritores, que na maioria tinham simpatias à esquerda, eram homens a banir das linhas dos jornais. Escrever sobre a emigração e sobre "o salto" era arriscado, por esse motivo a literatura sobre "o salto" não se desenvolveu antes do 25 de Abril, excepto um romance de Nita Clímaco 'A salto' (1967) que foi autorizado. Esta situação permite uma interrogação sobre as condições da saída deste livro, enquanto outros textos como 'Histórias dramáticas da emigração' de Waldemar Monteiro ou 'Emigração: fatalidade irremediável' foram proibidos.

Sabendo que em Portugal a censura controlava a imprensa e que não eram bem-vindos temas como “emigração”, críticas ao sistema político, social ou económico do país, todos os artigos publicados ou livros que saíram nos anos 60 (auge da emigração clandestina) retiveram toda a nossa atenção aguçando a nossa curiosidade. A censura prévia amordaçava os jornais mas também os livros, inclusivamente, após estarem em exposição e à venda nas livrarias, desencadeando situações perversas, ambíguas, arbitrárias, incompreensíveis, ou mesmo surpreendentes, obrigando os escritores e jornalistas à auto-censura.

José Cardoso Pires denunciando a censura afirmou que ela “fez-nos viver num país alienado”, Maria Teresa Horta ficou “marcada para sempre” e Luiz Francisco Rebello foi “civilmente assassinado”. Para mais, Manuel Ramos, redactor do Jornal de Notícias responde à pergunta “A emigração também era tabu para Salazar?”

Só foi em período de liberdade que os romances com a temática da viagem clandestina além Pirenéus foram publicados: 'Os dramas da emigração clandestina' ficou numa gaveta (escrito em 1963) e saiu em 1975, 'Cinco dias, cinco noites', foi também redigido antes da revolução, mas publicado em 1975, e 'Eis uma história' data de 1992.'

(...)

Qual é a visão dos escritores? O que é que as obras desvendam? Poderá encontrar respostas a estas e outras questões sobre a literatura e os escritores antes da Revolução dos Cravos no texto integral aqui.

E aqui um extenso levantamento de 900 livros censurados pela polícia política durante o Estado Novo, do investigador José Brandão

5.4.12

Migrance 39 : Appel à communications "Immigration – Décolonisation, 1920-1970"

Afin de marquer le cinquantenaire de l’indépendance algérienne et la fin de l’aventure coloniale française, l’association Génériques souhaite consacrer un numéro de Migrance sur le thème «Immigration – Décolonisation».


Ce numéro s’intéressera au rôle joué par les communautés indigènes issues des colonies d’Asie, d’Afrique et du Maghreb basées en France dans la lutte anticoloniale entre les années 1920 et 1970.

Les chercheurs travaillant dans le domaine des sciences humaines et les sciences sociales sur des thématiques telles que décolonisation, nationalisme, diaspora, militantisme social et/ou politique… sont invités à soumettre un article en anglais ou en français (max. 20000 signes). Afin de souligner les traditions militantes d’engagement anticolonial des communautés indigènes en France avant les années 1940 et bien au-delà de l’année 1962, le secrétariat de rédaction de Migrance encourage particulièrement les articles traitant d’organisation nationales et transnationales (syndicats, partis politiques, ligues…) dans l’entre-deux-guerres et la période postcoloniale.

Les auteurs qui souhaitent publier un article sont priés de soumettre un résumé d’environ une demi-page avec leurs coordonnées à Louisa Zanoun à l’adresse l.zanoun@generiques.org avant le 15 avril 2012. Une réponse leur sera donnée avant le 3 mai. L’article terminé devra être envoyé avant le 10 juillet en vue d’une publication début septembre



3.4.12

Documento do mês

Fotografia Manuel Meira

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe foi fundada no dia 19 de Abril do ano de 1890. João Crisóstomo foi o seu principal fundador. Os primeiros estatutos, de 1891, vigoraram até ao ano de 1975.

Na imprensa local podemos encontrar múltiplas referências ao trabalho da Associação e aos actos de coragem e entrega dos Bombeiros Voluntários, assim como, ao seu fundador, em particular no Almanaque Ilustrado de Fafe (1909-2000), publicação anual fundada por Artur Pinto Bastos.

O Museu de Imprensa integra uma colecção de 1500 gravuras, matrizes únicas de admirável valor plástico e patrimonial, datadas de finais do século XIX até às últimas décadas do século XX. A técnica da gravura em metal começou a ser utilizada na Europa no século XV.

As matrizes podem ser feitas sobre placas de cobre, zinco ou latão, e gravadas com incisão directa ou pelo uso de banhos de ácido. As técnicas mais usuais são água-forte, água-tinta e ponta seca.

No presente ‘Documento do mês’ encontram-se em exposição duas gravuras em zinco, datadas de 1920 e de 1949, que foram utilizadas em posteriores edições anuais do Almanaque Ilustrado de Fafe, assim como, no Jornal ‘O Desforço’ na ilustração de notícias relativas aos Bombeiros Voluntários de Fafe.

28.3.12

Association of European Migration Institutions Annual Conference - Cracow 2012



CRACOW, POLAND
Thursday 27th – Saturday 29th September 2012

CALL FOR PAPERS


Themes:
1. How lessons from the past may help address questions related to migrations today.
Issues like integration, assimilation, segregation, multiculturalism, cultural pluralism, xenophobia and problems of the third generation immigrants were already discussed during time of the great migration by historians like Louis Adamic and Marcus Lee Hansen.
(- Adamic characterized pluralism not only by openness toward diverse groups but also by an understanding that full cultural citizenship depends upon vital connections: to an inclusive debate about policies affecting all peoples, to a dynamic, multiethnic American history, to labor movements and organizations, to local school systems.
- Lee Hansen´s problem of the third generation applies to the theory that derives from the almost universal phenomenon that what the son wishes to forget the grandson wishes to remember.)
Many scholars believe that Adamic´s works on cultural diversity in a multi-ethnic society are still important for the development of strategies in the area of cultural pluralism not only in the United States but also in Europe today.
What can the integration of European immigrants in the New World teach us about the migration challenge in Europe today?


2. Shaping Europe´s identity: Internal migrations - past and present.
Internal migrations involved about half or more of the total European populations by the middle of the 1800s, and transborder migrations was particularly high for Poles and Italians. The rebuilding of Europe after World War II, the creation, and later enlargements of EU, the Balkan wars, the dissolution of the Soviet Union, and the present global financial crisis, have in various ways established new forms of mobilities.
How have these changing migration patterns shaped Europe´s identity?


Workshops:
1. A book on Europe´s migratory history
2. European Migration Heritage Routes.
3. Migrapedia


to know more

23.3.12

Gérald Bloncourt - Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras


Gérald Bonclourt vai receber hoje, dia 23 de Março, a medalha de Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras, atribuída pela câmara do 11.º bairro de Paris.

'Tem 85 anos e mantém o olhar comprometido com que enquadrou as mais de 200 mil fotografias arquivadas no seu escritório, em Paris: operários, emigrantes, pobres, bairros de lata, greves, miséria, preto e branco. «Denunciava toda a exploração, de todos os operários, de todas as mulheres, de todos os homens», conta.

Gérald Bloncourt é fotógrafo, poeta e pintor. Nasceu no Haiti. Depressa abraçou a arte e a revolução. Nunca mais largou nenhuma das duas. Em 1946 juntou-se à revolta de estudantes e jovens intelectuais que empurrou o Presidente Elie Lescot do poder. Um golpe militar expulsou-o para França. Aqui encontrou a fotografia.

Publicou sempre em jornais de esquerda, em vários títulos da imprensa francesa. Encontrou os portugueses por acaso, eram os anos de 1950.

«Encontrei na Torre Montparnasse, que estava a fotografar andar por andar, operários portugueses. Simpatizei com eles porque senti sempre muita amizade por Portugal. Quando era miúdo li sobre os grandes descobridores, fascinavam-me. Não percebia como é que aquelas pessoas, que tinham descoberto mundo, podiam viver debaixo de uma ditadura feroz», disse.

Bloncourt quis saber onde viviam: «Explicaram-me, deram-me moradas, bairro clandestino - bidonville - de Champigny», conta. Depressa passou a ser cara conhecida e a poder fotografar toda a gente.

«Depois de fazer diversas fotografias pensei: mas se vivem aqui nesta miséria, como será que é a vida em Portugal? E fui. Vi os bairros de Lisboa, fiz todos os percursos da emigração e descobri a realidade de Portugal e a polícia política, um terror», recordou.

Ficou agarrado à história. Voltou diversas vezes, atravessou os Pirenéus a pé com quem vinha a salto, voltou a Portugal no ano de 1974, depois da Revolução, no mesmo avião em que regressou Álvaro Cunhal. «Vivi, por mero acaso, a vida da emigração portuguesa», diz.

Há dois anos a história mandou-lhe um email. A célebre portuguesinha do bidonville, a menina de cinco ou seis anos, suja, de boneca na mão, no meio da lama do bairro de lata, escreveu-lhe. Gérald desconfiou mas confirmou. Era ela: «A fotografia foi publicada inúmeras vezes, foi o cartaz da exposição em Lisboa, em 2008. Hoje falamos ao telefone às vezes. Ela é parte da família», diz.

À distância de meio século, Bloncourt diz não ter dúvidas de que a França, «uma potência imperialista e colonialista, tratou mal todos os imigrantes». Os portugueses não foram excepção: «Eles até estavam mais fragilizados porque vinham a fugir a uma ditadura e à miséria. Não tinham alternativa. Calavam a boca. Foram sobre-explorados, claro. Mas foram ajudados pelos trabalhadores franceses. É preciso não confundir a França com o povo francês», acrescentou.

Olhando para hoje, o fotógrafo considera que não há retratos novos nesta nova crise, diz que os rostos são os mesmos: é ainda, sustenta, a mesma luta de classes e será assim «enquanto existir o regime capitalista».

«A única forma de isto mudar é repensar o mundo e viver de outra forma. E a isso chama-se revolução. Não é comunismo, é bater-se pelos direitos dos outros», defendeu.'

22.3.12

Miguel Monteiro - Exposição 'Fafe dos Brasileiros'

No âmbito das 3ªs Jornadas Literárias subordinadas ao tema ‘Fafe dos Brasileiros’, os Museus do Município de Fafe receberam no passado dia 17, a Escola de Bailado de Fafe, a Escola Profissional e a Escola Secundária , que apresentaram belíssimos espectáculos e performances, e foram visitados por um público vestido a rigor.

No Museu das Migrações estiveram alunos da Escola Secundária que representaram as personagens emblemáticas daqueles espaços – o emigrante ‘brasileiro de torna-viagem’ e a família de emigrantes que nos anos 60 emigra clandestinamente para França.



No Núcleo de Imprensa os visitantes foram recebidos pelo compositor tipográfico, pelo impressor e pelo ardina do início do século XX.

De seguida foi inaugurada a exposição ‘Fafe dos Brasileiros’, patente na Casa Municipal de Cultura, organizada pela Câmara Municipal de Fafe através do Museu das Migrações, a pedido da comissão organizadora das 3.ªs Jornadas Literárias, para homenagear o investigador e historiador Miguel Monteiro.

A exposição integra espólio documental, manuscritos, fotos e objectos pessoais daquele que foi o autor da designação ‘Fafe dos Brasileiros’ e mentor do Museu das Migrações. A exposição apresenta uma leitura do percurso e do reconhecimento do historiador, no domínio científico, que veio a concretizar-se também no projecto deste Museu.


A exposição apresenta ainda um conjunto de retratos a óleo, representando os fafenses ‘brasileiros de torna-viagem’, que edificaram a Villa de Fafe em finais do século XIX e inícios do século XX. Os retratos a óleo são da autoria de Luís Gonzaga e integram o acervo de arte do Município de Fafe.



A inauguração contou com o trabalho da Escola de Bailado de Fafe que apresentou um belo espectáculo assente na interpretação do espaço museológico e expositivo.
Poderá visitar a exposição até ao dia 31 de março.


Fotografia - Manuel Meira, Isabel Alves

5.3.12

III Jornadas Literárias de Fafe

3.ª edição das Jornadas Literárias de Fafe

A iniciativa resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Fafe e todos os estabelecimentos de ensino e agrupamentos escolares do Concelho, assim como, associações e juntas de freguesia.


As III Jornadas Literárias têm como tema envolvente “As palavras e o tempo” e como subtema a epígrafe “Fafe dos brasileiros”.


Pode consultar o programa no endereço http://www.jornadasliterariasdefafe.com/

23.2.12

Gérald Bloncourt - Chevalier des Arts et des Lettres

Le vendredi 23 Mars à 19 heures 30 sera remis à Gérald BLONCOURT la médaile de Chevalier des Arts et des Lettres à la mairie du XIe arrondissement de Paris Place Léon Blum par Monsieur Patrick ZAMPA, ancien directeur général du Conservatoire Libre du Cinéma Français, en présence de monsieur Patrick BLOCH, maire du XIe et député de Paris.


Gérald Bloncourt - en savoir + ici

22.2.12

Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa

'A COTEC Portugal deu, na semana passada, início formal ao lançamento do período de candidaturas ao Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa, que termina a 26 de março. Este Prémio é uma iniciativa da COTEC Portugal, com o Alto Patrocínio do Presidente da República, que pretende distinguir os Portugueses que, pela sua ação empreendedora e inovadora, se notabilizaram fora de Portugal nas suas respetivas atividades empresariais, mas também a nível social ou cultural.


Este Prémio tem contribuído para fortalecer a ligação dos Portugueses ao seu país de origem, mas também tem permitido reforçar a imagem e prestígio de Portugal no estrangeiro. Por acréscimo, pretende-se que tenha reflexos na internacionalização da economia e na atração de investimento, mas também no aspeto da valorização da língua e da cultura nacional. O Prémio Diáspora já deu a conhecer, ao longo destes cinco anos, importantes personalidades que se afirmaram nos meios empresariais, sociais e políticos, em sociedades de acolhimento da mais elevada exigência, como Austrália, EUA ou França.


António Frias, Presidente da S&F Concrete, e João Mena de Matos, cofundador e CEO do European Design Centre, foram os vencedores da edição de 2011 do Prémio, que reuniu um número recorde de candidaturas: 112. Os candidatos da edição passada são oriundos de 30 países, onde se destaca a participação, pela primeira vez, de candidatos da África do Sul, do México e de Singapura. Já em edições anteriores venceu Isidore Fartaria, empresário português em Clermont-Ferrand e Presidente da CCI do Puy-de-Dôme.


Tradicionalmente, este Prémio regista uma maior participação das Comunidades portuguesas no Brasil, Canadá, Estados Unidos e França. Desde sempre, os setores mais representados são o financeiro, com 28% das candidaturas, seguido da restauração/ turismo, com 15% de candidatos, e a investigação e ciência, com 12%.


O evento de entrega do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa encontra-se, desde a sua primeira edição, inserido nas Comemorações do Dia de Camões, Portugal e das Comunidades Portuguesas e conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

(...)

Os interessados podem obter mais informação sobre regulamento e condições de candidatura ao Prémio Diáspora em: www.cotec.pt/diaspora'
in Lusojornal

10.2.12

Contos do Portugal Rural / Tales of Rural Portugal

Em notícia a nova edição de Isabel Mateus, autora do livro “A Terra do Chiculate”, cujo lançamento promovemos em Agosto de 2011.
Contos do Portugal Rural / Tales of Rural Portugal - Primeiro volume da colecção bilingue "Portuguese Insights"

"As histórias, cuja ação se desenrola na aldeia da Granja ou nas suas imediações, foram escolhidas por causa da visão privilegiada que oferecem acerca do modo de vida do Portugal rural, durante e após o Estado Novo, e enfoque dado ao papel e ao estatuto da mulher numa sociedade assente sob o modelo institucional do patriarcado.

Apenas duas das histórias incluídas nesta compilação narram a vida de protagonistas masculinos. Mas o seu papel adquire a mesma importância por aquilo que revelam da constante adversidade da vida rural, das resoluções tomadas para combater a pobreza endémica inerente ao meio ou as respostas individuais adotadas face à mudança social.

Estas histórias são indiscutivelmente interessantes sob uma perspetiva histórica e quase etnográfica ou podem ser meramente apreciadas como a saga de mulheres e de homens que, mesmo forçados a enfrentar constantemente o meio inóspito que os rodeia, levam a melhor face à adversidade.

Não obstante as referências esporádicas a acontecimentos históricos, todas estes seres carregam consigo a intemporalidade, que talvez se deva à constante ênfase posta na eternidade dos valores humanos, entre os quais poderemos destacar o dualismo amor e perda, nascimento e morte, ganância e generosidade, bem como o abraçar da responsabilização social e da entreajuda, a importância concedida à família – tanto chegada como afastada – a lealdade, a capacidade de confiar em si mesmo e a boa qualidade de permanecer fiel a si próprio."
Mais informação no site da escritora.

3.2.12

XIII Jornadas de Cultura Alemã

XIII JORNADAS DE CULTURA ALEMÃ - ELOS ALEMANHA – PORTUGAL – BRASIL
24 de Fevereiro a 5 de Março de 2012

PROGRAMA

Sexta, dia 24 de fevereiro

COLÓQUIO INTERNACIONAL

Revisiting Kaspar Hauser (* 1812) –
criança selvagem, cobaia ou «Filho da Europa»

Local: Universidade do Minho, Campus de Gualtar / Auditório do ILCH


14h00 - Abertura

14h15 - Marion Hermann-Röttgen (Universität Stuttgart)
Kaspar Hauser: Medizinisches Phänomen und literarische Projektionsfigur**

15h00 – Monika Schmitz-Emans (Ruhr-Universität, Bochum)
Kaspar Hauser als Dichter – Die Stilisierung des Findlings zum Repräsentanten des Poetischen**
15h45 – Intervalo / coffee break

16h00 - Peter Hanenberg & Ana Margarida Abrantes (Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (CECC) / UCP, Lisboa)
"Who is I?" Cognition and the emergence of (Inter)Subjectivity

16h45 Nadya Modyanova (Massachusetts Institute of Technology / Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho)
Language in feral children as a window into the brain mechanisms specific for syntactic development
**Comunicações com Serviço de Interpretação Simultânea, oferecida pelo BabeliUM

21h00: Filme Kaspar Hauser

Integrado no Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut Portugal

Local: Casa do Professor (Av. Central, Braga), Agenda Cultural Clarabóia

Segunda, dia 27 de fevereiro

Local: Museu das Migrações e das Comunidades, Fafe

10h00 Visita guiada para um grupo de alunos e professores de estudos portugueses da Ludwig-Maximilians Universität (LMU), Munique, pela diretora do museu, Drª Isabel Alves

COLÓQUIO

Elos Alemanha – Portugal – Brasil

Local: Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe

Moderação: Mário Matos (DEGE / ILCH-UM)

14h15: Ansgar Schäfer (IHC / UNL)
O Luso-tropicalismo em Tempos de Guerra.

15h00: Heloísa Paulo (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX / Univ. de Coimbra)
Alemães no Brasil: da adaptação aos percalços da Segunda Guerra.

15h30: Rui Botelho (Doutorando ILCH-UM)
Breve panorama de meio século da emigração portuguesa para a República Federal da Alemanha.

16h00: Pausa para Café

16h30: Luísa Costa Hölzl (LMU / Munique)
FAZER DE MIM UM HOMEM - a experiência da emigração na passagem da adolescência para a idade adulta em A Criação do Mundo, O Segundo Dia (1937) de Miguel Torga

17h00: Orlando Grossegesse (DEGE / ILCH-UM):
«Navigare necesse» – o Amazonas como metáfora existencial no romance de Richard A. Bermann e no filme de Werner Herzog.

17h30: Pausa para Café

18h30 Apresentação do livro 'Zonas de Contacto. Estado
Novo / III Reich (1933-1945)'
- Org. Mário Matos e Orlando Grossegesse por Heloísa Paulo (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX / Universidade de Coimbra)

Terça, dia 28 de fevereiro

Local: Casa de Camilo Castelo Branco / Centro de Estudos Camilianos, Ceide (V.N. Famalicão)

9h00: Visita guiada à Casa de Camilo

10h30: Palestras sobre o Brasileiro de torna-viagem na obra camiliana

Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos

Horst Weich (LMU / Munique)
A semântica do espaço e o lugar do brasileiro nalgumas «Novelas do Minho»

Sérgio Sousa (DEPL / ILCH-UM)
A Regeneração do Brasileiro de torna-viagem em Camilo. O caso de João José Dias em «O Que Fazem Mulheres».

[Visita ao Mosteiro de Tibães: documento interno]

21h00: Filme Aguirre, der Zorn Gottes

Integrado no Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut Portugal

Local: Casa do Professor (Av. Central, Braga), Agenda Cultural Clarabóia

Quarta, dia 29 de fevereiro


Local: Universidade do Minho, Campus de Gualtar / Auditório do ILCH
9h00: Encontro ELOS Alunos (LMU / UM)


[Documento interno]

Quinta, dia 1 de março


Local: Casa das Artes de V.N. Famalicão

21h00: Filme Kaspar Hauser
Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut Portugal
Filme comentado por Orlando Grossegesse (DEGE / ILCH-UM)

Segunda, dia 5 de março


3º Cinelínguas: Die Welle de Dennis Gansel
Comentado por Natália Nunes (DEGE)

(org. Núcleo de Alunos de LA NELAUM / DEGE)
Local: Auditório B2 / UM, 17h00

Mais informações aqui

III Colóquio de Estudos Sobre a Arte Brasileira do Século XIX




Divulgamos o III Colóquio de Estudos Sobre a Arte Brasileira do Século XIX que tem como proposta promover uma reflexão aprofundada sobre os intercâmbios culturais entre Brasil e Portugal.


'São poucas, ou quase desconhecidas, as pesquisas que lançam luz sobre as trocas estabelecidas entre os dois países ao longo do século XIX e início do XX. Acreditamos que o colóquio evidenciará as pesquisas já existentes, servindo igualmente como espaço para diferentes estudiosos aprofundarem trabalhos teóricos sobre o tema, dando origem a um processo de intensificação das pesquisas voltadas para as trocas culturais entre Brasil e Portugal no Oitocentos.'
Museu da República -Rio de Janeiro

25.1.12

João Crisóstomo

Fotografia Manuel Meira


A rubrica 'Documento do mês' é dedicado a João Crisóstomo, pioneiro do jornalismo em Fafe e fundador dos Bombeiros Voluntários. Nasceu na freguesia de Prazins (Guimarães), em 1 de Janeiro de 1864, filho de João Crisóstomo de Sousa Moreira e de Rosa Pereira de Sousa e faleceu em Moreira de Rei, neste concelho, terra de sua mãe, em 26 de Fevereiro de 1895. Aos 10 anos, iniciou os estudos preparatórios, como aluno do Colégio de S. Carlos, no Porto, e poucos anos depois continuava esses preparatórios em Coimbra, para mais tarde se matricular na Faculdade de Direito, que abandonou.

Abandonados os estudos, fixou a sua residência em Fafe e tomou parte nas lutas políticas travadas entre progressistas e regeneradores. Para combater a facção progressista, ainda muito jovem, na casa dos 20 anos, fundou e dirigiu consecutivamente três jornais: O Calvário da Granja (1886-1888), a Gazeta de Fafe (1889) e O Desforço, cujo primeiro número surgiu em 21 de Setembro de 1892 e se publicou até finais do ano 2000. Em todos eles, deixou notáveis artigos de polémica.


É conhecido como um dos fundadores e primeiro presidente e comandante dos Bombeiros Voluntários de Fafe (19 de Abril de 1890). Além da sua actividade jornalística e social, desempenhou ainda o cargo de vereador da Câmara de Fafe, para o qual foi eleito por duas vezes. Desempenhou aquele cargo até à sua prematura morte, por incurável doença, para a época, contava o jovem apenas 31 anos de idade.

Bibliografia: O Desforço, 7 de Mar. de 1895, pp.1-3 e 20 de Jan. de 1944, pp. 1-2
Dicionário dos Fafenses de Artur Ferreira Coimbra, 2001

24.1.12

IMISCOE: Prémio Maria Ioannis Baganha 2012

A rede de investigação IMISCOE (International Migration, Integration and Social Cohesion) abriu o prazo de candidaturas ao prémio de dissertação Maria Ioannis Baganha, que visa premiar teses de pós-Doutoramento nas áreas de acção da IMISCOE que tenham sido defendidas recentemente.

O prémio, concedido anualmente, tem o valor de 2500 euros e prevê a publicação da dissertação premiada na colecção que a IMISCOE edita em parceria com a Amsterdam University Press. As dissertações enviadas para leitura devem ter sido defendidas há menos de 24 meses.

O texto integral do anúncio de abertura das candidaturas está disponível aqui e o envio dos dossiers finais deve ser feito até ao próximo dia 31 de Janeiro de 2012 através do endereço electrónico imiscoe@gmail.com

18.1.12

Cabinet português com painel de azulejos pintado à mão em França

A empresa Boca do Lobo volta este ano a estar presente no salão Maison & Objet que vai ter lugar no Paris Nord Villepinte, França, de 20 a 24 de janeiro. Apresenta o Heritage Sideboard que vem consagrar a homenagem à azulejaria e provar que a mesma é um património valioso reconhecido além-fronteiras. (...)

“Esta seleção como tendência para 2012 é mais uma prova de que a nossa paixão pela recuperação das artes manuais do nosso país faz todo o sentido e há um mundo inteiro preparado para as admirar se as soubermos transmitir e comunicar, os a r t e s ã o s são ainda alguns pelo país espalhados e temos que fazer com que estas artes não se acabem” diz Ana Gomes da Boca do Lobo.

Esta versão Heritage em formato aparador, apresenta diferentes camadas de azulejos onde cada uma delas conta uma história diferente. Terá um Heritage que atravessa diferentes épocas e séculos que se juntam num painel final.


Nas diferentes camadas poderá encontrar diferentes pinturas em azulejo, inspiradas em diferentes períodos da história Portuguesa, retirados de diferentes edifícios históricos de cada época, como conventos, colégios, igrejas entre outros. No seu interior irá encontrar folha de ouro, que fará com que recorde os edifícios referidos anteriormente que normalmente apresentavam interiores ricos em ornamentos e dourados. (...) O azulejo português vai mesmo conquistar o mundo!” in Lusojornal

24.12.11

Merry Christmas all over the world

We wish you a Merry Christmas and a Happy New Year.
Geseënde Kersfees en 'n voorspoedige Nuwe jaar
Geseënde Kersfees en 'n gelukkige nuwe jaar
Gëzuar Krishtlindjet e Vitin e Ri
E güeti Wïnâchte un e gleckichs Nej Johr
Gozhqq Keshmish
መልካም ገና (Melkam Gena) - Merry Christmas
- celebrated on 7th January
መልካም አዲስ አመት (Melkam Addis Amet) - Happy New Year
- celebrated on 11th September
Gozhqq Keshmish
Շնորհավոր Ամանոր և Սուրբ Ծնունդ
(Shnorhavor Amanor yev Surb Tznund)
Bones Navidaes y Gayoleru añu nuevu!
Sooma Nawira-ra
З Божым нараджэннем (Z Bozym naradzenniem)
Шчаслівых Калядау (Szczaslivych Kaliadau)
З Новым годам i Калядамi (Z Novym godam i Kaliadami)
Zorionak eta urte berri on
শুভ বড়দিন (shubho bôṛodin)
শুভ নববর্ষ (shubho nôbobôrsho)
Asgwas amegas (Happy New Year)
Sretan Bozic i sretna nova godina
Честита Коледа (Čestita Koleda)
Весела Коледа (Vesela Koleda)
Щастлива Нова Година (Štastliva Nova Godina)
Честита нова година (Čestita nova godina)
Bon Nadal i feliç any nou
ᏓᏂᏍᏔᏲᎯᎲ & ᎠᎵᎮᎵᏍᏗ ᎢᏤ ᎤᏕᏘᏴᎠᏌᏗᏒ
(Danistayohihv & Aliheli'sdi Itse Udetiyvasadisv)
聖誕節同新年快樂 (singdaanjit tùhng sànnìhn faailohk)
恭喜發財 (gùng héi faat chōi) - used at Chinese New Year
聖誕快樂 新年快樂 [圣诞快乐 新年快乐]
(shèngdàn kuàilè xīnnián kuàilè)
恭喜發財 [恭喜发财] (gōngxǐ fācái) - used at Chinese New Year
Tsaa Nu̶u̶sukatu̶̲ Waa Himaru̶
Sretan Božić!
Sretna Nova godina!
Glædelig jul og godt nytår
Veselé vánoce a šťastný nový rok
Prettige kerstdagen en een Gelukkig Nieuwjaar!
Zalig kerstfeest en Gelukkig Nieuwjaar
Ĝojan Kristnaskon kaj feliĉan novan jaron
Bonan Kristnaskon kaj feliĉan novan jaron
Rõõmsaid Jõule ja Head Uut Aastat
Häid Jõule ja Head Uut Aastat
Zalig Kerstfeest en Gelukkig Nieuwjaar
Joyeux Noël et bonne année
Bo Nadal e próspero aninovo
გილოცავთ შობა-ახალ წელს (gilocavth shoba-akhal c’els) - frm
გილოცავ შობა-ახალ წელს (gilocav shoba-akhal c’els) - inf
Frohe/Fröhliche Weihnachten
und ein gutes neues Jahr / ein gutes Neues / und ein gesundes neues Jahr / und einen guten Rutsch ins neue Jahr
Frohes Fest und guten Rutsch [ins neue Jahr]
Καλά Χριστούγεννα! (Kalá hristúyenna)
Ευτυχισμένο το Νέο Έτος! (Eftyhisméno to Néo Étos!)
Καλή χρονιά! (Kalí hroñá)
Gleðileg jól og farsælt komandi ár
Gleðileg jól og farsælt nýtt ár
Nollaig shona duit/daoibh (Happy Christmas to you)
Beannachtaí na Nollag (Christmas Greetings)
Beannachtaí an tSéasúir (Season's Greetings)
Athbhliain faoi mhaise duit/daoibh (Prosperous New Year)
Bliain úr faoi shéan is faoi mhaise duit/daoibh (Happy New Year to you)
Buon Natale e felice anno nuovo
メリークリスマス (merī kurisumasu)
New Year greeting - 'Western' style
新年おめでとうございます (shinnen omedetō gozaimasu)
New Year greetings - Japanese style
明けましておめでとうございます (akemashite omedetō gozaimasu)
旧年中大変お世話になりました (kyūnenjū taihen osewa ni narimashita)
本年もよろしくお願いいたします (honnen mo yoroshiku onegai itashimasu)
Noel alegre i felis anyo muevo
Kirîsmes u ser sala we pîroz be
Bon natal e anio nova felis
Natal joios e bon anio nova
Priecīgus Ziemassvētkus un laimīgu Jauno gadu
Natale hilare et annum faustum
E schéine Chrëschtdag an e glécklecht neit Joer
Schéi Feierdeeg an e glécklecht neit Joer
Schéi Chrëschtdeeg an e gudde Rutsch an d'neit Joer
Il-Milied Ħieni u s-Sena t-Tajba
Awguri għas-sena l-ġdida
Nizhonigo Keshmish Baahózhó Doo Nínanahí
Glæd Geol and Gesælig Niw Gear
Feliz Natal e próspero ano novo / Feliz Ano Novo
Boas Festas e Feliz Ano Novo / Um Santo e Feliz Natal
Alassëa Hristomerendë! Alassëa Vinyarië!
Crăciun fericit şi un An Nou Fericit
Krismasi Njema / Heri ya krismas
Heri ya mwaka mpya
God jul och gott nytt år
Веселого Різдва і з Новим Роком
(Veseloho Rizdva i z Novym Rokom)

7.12.11

Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França

EMIGRAÇÃO: UM DESTINO INEVITÁVEL

Depois de Viana do Castelo e Fafe, as Comemorações do Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França - 1961-2011 agora em Melgaço.
Aqui o Programa.

2.12.11

D'abalada





Estreou no passado dia 30 de Novembro a peça de teatro 'D’abalada', no Teatro Municipal da Guarda, da autoria de Projéc~ / Terra na Boca, com a colaboração do fotógrafo Gerald Bloncourt.

D’abalada é um espectáculo sobre a odisseia da emigração portuguesa dos anos 60 para França. O pretendido é evocar os fantasmas de uma das mais marcantes e esquecidas aventuras portuguesas do século XX.


Em cena até dia 3 de Dezembro

29.11.11

'Petite Portugaise'

"Nos anos 60, Gérald Bloncourt fotografou uma criança portuguesa num bidonville em Paris, os bairros de lata construídos pelos emigrantes. A imagem haveria de se tornar num ícone da emigração portuguesa, mas o fotógrafo haitiano só este ano descobriu a sua identidade. Maria da Conceição Tina foi conhecê-lo a Paris e descobriu-se a si própria." in PUBLICO

28.11.11

Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França em Viana do Castelo



A exposição da colecção de fotografia de Gérald Bloncourt, do Museu das Migrações, patente em Viana do Castelo para as Comemorações do Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França. Os dicos de vinil, os documentos oficiais de emigração do Arquivo Municipal de Viana e a mala de cartão cedida pelo Museu Memória e Fronteira, de Melgaço - em parceria foi possível reconstituir o percurso temporal e histórico deste ciclo de emigração.




Presença da Câmara (mairie) da cidade de Colombes, França, e da Association Poesia, Colombes, que proporcionou aos presentes poesia portuguesa... em francês.




Beatriz Rocha-Trindade - primeira conferencista das 'Conferências do Cinquentenário', com uma brilhante intervenção sobre a Emigração Portuguesa em França.


A presença do Consulado de França, através da presença da cônsul Aude de Amorim, na abertura das Comemorações do Cinquentenário, pelo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, pelo coordenador científico do evento Prof. Dr. Albertino Gonçalves. Presentes também, em representação dos dois municípios parceiros das Comemorações, a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Melgaço e a Coordenadora do Museu das Migrações e das Comunidades, Câmara Municipal de Fafe.