
26.7.12
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas

8.5.12
Dia Internacional dos Museus
30.4.12
Fotografia e Investigação
O encontro, subordinado ao tema Fotografia e Investigação, contará com a participação de Álvaro Domingues, Professor da Faculdade de Arquitetura, da Universidade do Porto, e de Isabel Alves, responsável pelo Museu das Migrações e das Comunidades, de Fafe.
Mais informação aqui.
24.4.12
A emigração, a imprensa e a censura em Portugal
"A emigração vista por escritores portugueses: Quando os portugueses partiam a salto"
'O salto representou para muitos portugueses a única via possível para sair de Portugal salazarista e caetanista. "O salto" ou "passaporte de coelho" inspirou o cinema francês ("O salto" de Christian de Chalonge (1967), e documentários "Les gens do salto" de José Vieira.
A palavra "emigração" irritava a censura e qualquer referência ao fenómeno não era bem-vinda. Os escritores, que na maioria tinham simpatias à esquerda, eram homens a banir das linhas dos jornais. Escrever sobre a emigração e sobre "o salto" era arriscado, por esse motivo a literatura sobre "o salto" não se desenvolveu antes do 25 de Abril, excepto um romance de Nita Clímaco 'A salto' (1967) que foi autorizado. Esta situação permite uma interrogação sobre as condições da saída deste livro, enquanto outros textos como 'Histórias dramáticas da emigração' de Waldemar Monteiro ou 'Emigração: fatalidade irremediável' foram proibidos.
Sabendo que em Portugal a censura controlava a imprensa e que não eram bem-vindos temas como “emigração”, críticas ao sistema político, social ou económico do país, todos os artigos publicados ou livros que saíram nos anos 60 (auge da emigração clandestina) retiveram toda a nossa atenção aguçando a nossa curiosidade. A censura prévia amordaçava os jornais mas também os livros, inclusivamente, após estarem em exposição e à venda nas livrarias, desencadeando situações perversas, ambíguas, arbitrárias, incompreensíveis, ou mesmo surpreendentes, obrigando os escritores e jornalistas à auto-censura.
José Cardoso Pires denunciando a censura afirmou que ela “fez-nos viver num país alienado”, Maria Teresa Horta ficou “marcada para sempre” e Luiz Francisco Rebello foi “civilmente assassinado”. Para mais, Manuel Ramos, redactor do Jornal de Notícias responde à pergunta “A emigração também era tabu para Salazar?”
Só foi em período de liberdade que os romances com a temática da viagem clandestina além Pirenéus foram publicados: 'Os dramas da emigração clandestina' ficou numa gaveta (escrito em 1963) e saiu em 1975, 'Cinco dias, cinco noites', foi também redigido antes da revolução, mas publicado em 1975, e 'Eis uma história' data de 1992.'
(...)
Qual é a visão dos escritores? O que é que as obras desvendam? Poderá encontrar respostas a estas e outras questões sobre a literatura e os escritores antes da Revolução dos Cravos no texto integral aqui.
E aqui um extenso levantamento de 900 livros censurados pela polícia política durante o Estado Novo, do investigador José Brandão
5.4.12
Migrance 39 : Appel à communications "Immigration – Décolonisation, 1920-1970"
Les chercheurs travaillant dans le domaine des sciences humaines et les sciences sociales sur des thématiques telles que décolonisation, nationalisme, diaspora, militantisme social et/ou politique… sont invités à soumettre un article en anglais ou en français (max. 20000 signes). Afin de souligner les traditions militantes d’engagement anticolonial des communautés indigènes en France avant les années 1940 et bien au-delà de l’année 1962, le secrétariat de rédaction de Migrance encourage particulièrement les articles traitant d’organisation nationales et transnationales (syndicats, partis politiques, ligues…) dans l’entre-deux-guerres et la période postcoloniale.
Les auteurs qui souhaitent publier un article sont priés de soumettre un résumé d’environ une demi-page avec leurs coordonnées à Louisa Zanoun à l’adresse l.zanoun@generiques.org avant le 15 avril 2012. Une réponse leur sera donnée avant le 3 mai. L’article terminé devra être envoyé avant le 10 juillet en vue d’une publication début septembre
http://www.generiques.org/actu.php?id=581
3.4.12
Documento do mês
28.3.12
Association of European Migration Institutions Annual Conference - Cracow 2012

Thursday 27th – Saturday 29th September 2012
Themes:
1. How lessons from the past may help address questions related to migrations today.
Issues like integration, assimilation, segregation, multiculturalism, cultural pluralism, xenophobia and problems of the third generation immigrants were already discussed during time of the great migration by historians like Louis Adamic and Marcus Lee Hansen.
(- Adamic characterized pluralism not only by openness toward diverse groups but also by an understanding that full cultural citizenship depends upon vital connections: to an inclusive debate about policies affecting all peoples, to a dynamic, multiethnic American history, to labor movements and organizations, to local school systems.
- Lee Hansen´s problem of the third generation applies to the theory that derives from the almost universal phenomenon that what the son wishes to forget the grandson wishes to remember.)
Many scholars believe that Adamic´s works on cultural diversity in a multi-ethnic society are still important for the development of strategies in the area of cultural pluralism not only in the United States but also in Europe today.
What can the integration of European immigrants in the New World teach us about the migration challenge in Europe today?
2. Shaping Europe´s identity: Internal migrations - past and present.
Internal migrations involved about half or more of the total European populations by the middle of the 1800s, and transborder migrations was particularly high for Poles and Italians. The rebuilding of Europe after World War II, the creation, and later enlargements of EU, the Balkan wars, the dissolution of the Soviet Union, and the present global financial crisis, have in various ways established new forms of mobilities.
How have these changing migration patterns shaped Europe´s identity?
Workshops:
1. A book on Europe´s migratory history
2. European Migration Heritage Routes.
3. Migrapedia
to know more
23.3.12
Gérald Bloncourt - Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras

Gérald Bonclourt vai receber hoje, dia 23 de Março, a medalha de Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras, atribuída pela câmara do 11.º bairro de Paris.
'Tem 85 anos e mantém o olhar comprometido com que enquadrou as mais de 200 mil fotografias arquivadas no seu escritório, em Paris: operários, emigrantes, pobres, bairros de lata, greves, miséria, preto e branco. «Denunciava toda a exploração, de todos os operários, de todas as mulheres, de todos os homens», conta.
Gérald Bloncourt é fotógrafo, poeta e pintor. Nasceu no Haiti. Depressa abraçou a arte e a revolução. Nunca mais largou nenhuma das duas. Em 1946 juntou-se à revolta de estudantes e jovens intelectuais que empurrou o Presidente Elie Lescot do poder. Um golpe militar expulsou-o para França. Aqui encontrou a fotografia.
Publicou sempre em jornais de esquerda, em vários títulos da imprensa francesa. Encontrou os portugueses por acaso, eram os anos de 1950.
«Encontrei na Torre Montparnasse, que estava a fotografar andar por andar, operários portugueses. Simpatizei com eles porque senti sempre muita amizade por Portugal. Quando era miúdo li sobre os grandes descobridores, fascinavam-me. Não percebia como é que aquelas pessoas, que tinham descoberto mundo, podiam viver debaixo de uma ditadura feroz», disse.
Bloncourt quis saber onde viviam: «Explicaram-me, deram-me moradas, bairro clandestino - bidonville - de Champigny», conta. Depressa passou a ser cara conhecida e a poder fotografar toda a gente.
«Depois de fazer diversas fotografias pensei: mas se vivem aqui nesta miséria, como será que é a vida em Portugal? E fui. Vi os bairros de Lisboa, fiz todos os percursos da emigração e descobri a realidade de Portugal e a polícia política, um terror», recordou.
Ficou agarrado à história. Voltou diversas vezes, atravessou os Pirenéus a pé com quem vinha a salto, voltou a Portugal no ano de 1974, depois da Revolução, no mesmo avião em que regressou Álvaro Cunhal. «Vivi, por mero acaso, a vida da emigração portuguesa», diz.
Há dois anos a história mandou-lhe um email. A célebre portuguesinha do bidonville, a menina de cinco ou seis anos, suja, de boneca na mão, no meio da lama do bairro de lata, escreveu-lhe. Gérald desconfiou mas confirmou. Era ela: «A fotografia foi publicada inúmeras vezes, foi o cartaz da exposição em Lisboa, em 2008. Hoje falamos ao telefone às vezes. Ela é parte da família», diz.
À distância de meio século, Bloncourt diz não ter dúvidas de que a França, «uma potência imperialista e colonialista, tratou mal todos os imigrantes». Os portugueses não foram excepção: «Eles até estavam mais fragilizados porque vinham a fugir a uma ditadura e à miséria. Não tinham alternativa. Calavam a boca. Foram sobre-explorados, claro. Mas foram ajudados pelos trabalhadores franceses. É preciso não confundir a França com o povo francês», acrescentou.
Olhando para hoje, o fotógrafo considera que não há retratos novos nesta nova crise, diz que os rostos são os mesmos: é ainda, sustenta, a mesma luta de classes e será assim «enquanto existir o regime capitalista».
«A única forma de isto mudar é repensar o mundo e viver de outra forma. E a isso chama-se revolução. Não é comunismo, é bater-se pelos direitos dos outros», defendeu.'
22.3.12
Miguel Monteiro - Exposição 'Fafe dos Brasileiros'
No âmbito das 3ªs Jornadas Literárias subordinadas ao tema ‘Fafe dos Brasileiros’, os Museus do Município de Fafe receberam no passado dia 17, a Escola de Bailado de Fafe, a Escola Profissional e a Escola Secundária , que apresentaram belíssimos espectáculos e performances, e foram visitados por um público vestido a rigor.No Museu das Migrações estiveram alunos da Escola Secundária que representaram as personagens emblemáticas daqueles espaços – o emigrante ‘brasileiro de torna-viagem’ e a família de emigrantes que nos anos 60 emigra clandestinamente para França.


No Núcleo de Imprensa os visitantes foram recebidos pelo compositor tipográfico, pelo impressor e pelo ardina do início do século XX.
De seguida foi inaugurada a exposição ‘Fafe dos Brasileiros’, patente na Casa Municipal de Cultura, organizada pela Câmara Municipal de Fafe através do Museu das Migrações, a pedido da comissão organizadora das 3.ªs Jornadas Literárias, para homenagear o investigador e historiador Miguel Monteiro.
A inauguração contou com o trabalho da Escola de Bailado de Fafe que apresentou um belo espectáculo assente na interpretação do espaço museológico e expositivo.
Poderá visitar a exposição até ao dia 31 de março.
Fotografia - Manuel Meira, Isabel Alves
5.3.12
III Jornadas Literárias de Fafe
23.2.12
Gérald Bloncourt - Chevalier des Arts et des Lettres
Le vendredi 23 Mars à 19 heures 30 sera remis à Gérald BLONCOURT la médaile de Chevalier des Arts et des Lettres à la mairie du XIe arrondissement de Paris Place Léon Blum par Monsieur Patrick ZAMPA, ancien directeur général du Conservatoire Libre du Cinéma Français, en présence de monsieur Patrick BLOCH, maire du XIe et député de Paris.22.2.12
Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa
Este Prémio tem contribuído para fortalecer a ligação dos Portugueses ao seu país de origem, mas também tem permitido reforçar a imagem e prestígio de Portugal no estrangeiro. Por acréscimo, pretende-se que tenha reflexos na internacionalização da economia e na atração de investimento, mas também no aspeto da valorização da língua e da cultura nacional. O Prémio Diáspora já deu a conhecer, ao longo destes cinco anos, importantes personalidades que se afirmaram nos meios empresariais, sociais e políticos, em sociedades de acolhimento da mais elevada exigência, como Austrália, EUA ou França.
in Lusojornal
10.2.12
Contos do Portugal Rural / Tales of Rural Portugal
Em notícia a nova edição de Isabel Mateus, autora do livro “A Terra do Chiculate”, cujo lançamento promovemos em Agosto de 2011.
Contos do Portugal Rural / Tales of Rural Portugal - Primeiro volume da colecção bilingue "Portuguese Insights""As histórias, cuja ação se desenrola na aldeia da Granja ou nas suas imediações, foram escolhidas por causa da visão privilegiada que oferecem acerca do modo de vida do Portugal rural, durante e após o Estado Novo, e enfoque dado ao papel e ao estatuto da mulher numa sociedade assente sob o modelo institucional do patriarcado.
Apenas duas das histórias incluídas nesta compilação narram a vida de protagonistas masculinos. Mas o seu papel adquire a mesma importância por aquilo que revelam da constante adversidade da vida rural, das resoluções tomadas para combater a pobreza endémica inerente ao meio ou as respostas individuais adotadas face à mudança social.
Estas histórias são indiscutivelmente interessantes sob uma perspetiva histórica e quase etnográfica ou podem ser meramente apreciadas como a saga de mulheres e de homens que, mesmo forçados a enfrentar constantemente o meio inóspito que os rodeia, levam a melhor face à adversidade.
Não obstante as referências esporádicas a acontecimentos históricos, todas estes seres carregam consigo a intemporalidade, que talvez se deva à constante ênfase posta na eternidade dos valores humanos, entre os quais poderemos destacar o dualismo amor e perda, nascimento e morte, ganância e generosidade, bem como o abraçar da responsabilização social e da entreajuda, a importância concedida à família – tanto chegada como afastada – a lealdade, a capacidade de confiar em si mesmo e a boa qualidade de permanecer fiel a si próprio."
Mais informação no site da escritora.
3.2.12
XIII Jornadas de Cultura Alemã
24 de Fevereiro a 5 de Março de 2012
PROGRAMA
Sexta, dia 24 de fevereiro
COLÓQUIO INTERNACIONAL
Revisiting Kaspar Hauser (* 1812) –
criança selvagem, cobaia ou «Filho da Europa»
Local: Universidade do Minho, Campus de Gualtar / Auditório do ILCH
14h00 - Abertura
14h15 - Marion Hermann-Röttgen (Universität Stuttgart)
Kaspar Hauser: Medizinisches Phänomen und literarische Projektionsfigur**
15h00 – Monika Schmitz-Emans (Ruhr-Universität, Bochum)
Kaspar Hauser als Dichter – Die Stilisierung des Findlings zum Repräsentanten des Poetischen**
15h45 – Intervalo / coffee break
16h00 - Peter Hanenberg & Ana Margarida Abrantes (Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (CECC) / UCP, Lisboa)
"Who is I?" Cognition and the emergence of (Inter)Subjectivity
16h45 Nadya Modyanova (Massachusetts Institute of Technology / Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho)
Language in feral children as a window into the brain mechanisms specific for syntactic development
**Comunicações com Serviço de Interpretação Simultânea, oferecida pelo BabeliUM
21h00: Filme Kaspar Hauser
Integrado no Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut PortugalLocal: Casa do Professor (Av. Central, Braga), Agenda Cultural Clarabóia
Segunda, dia 27 de fevereiro
Local: Museu das Migrações e das Comunidades, Fafe
10h00 Visita guiada para um grupo de alunos e professores de estudos portugueses da Ludwig-Maximilians Universität (LMU), Munique, pela diretora do museu, Drª Isabel Alves
COLÓQUIO
Elos Alemanha – Portugal – Brasil
Local: Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe
Moderação: Mário Matos (DEGE / ILCH-UM)
14h15: Ansgar Schäfer (IHC / UNL)
O Luso-tropicalismo em Tempos de Guerra.
15h00: Heloísa Paulo (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX / Univ. de Coimbra)
Alemães no Brasil: da adaptação aos percalços da Segunda Guerra.
15h30: Rui Botelho (Doutorando ILCH-UM)
Breve panorama de meio século da emigração portuguesa para a República Federal da Alemanha.
16h00: Pausa para Café
16h30: Luísa Costa Hölzl (LMU / Munique)
FAZER DE MIM UM HOMEM - a experiência da emigração na passagem da adolescência para a idade adulta em A Criação do Mundo, O Segundo Dia (1937) de Miguel Torga
17h00: Orlando Grossegesse (DEGE / ILCH-UM):
«Navigare necesse» – o Amazonas como metáfora existencial no romance de Richard A. Bermann e no filme de Werner Herzog.
17h30: Pausa para Café
18h30 Apresentação do livro 'Zonas de Contacto. Estado
Novo / III Reich (1933-1945)' - Org. Mário Matos e Orlando Grossegesse por Heloísa Paulo (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX / Universidade de Coimbra)
Local: Casa de Camilo Castelo Branco / Centro de Estudos Camilianos, Ceide (V.N. Famalicão)
9h00: Visita guiada à Casa de Camilo
10h30: Palestras sobre o Brasileiro de torna-viagem na obra camiliana
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos
Horst Weich (LMU / Munique)
A semântica do espaço e o lugar do brasileiro nalgumas «Novelas do Minho»
Sérgio Sousa (DEPL / ILCH-UM)
A Regeneração do Brasileiro de torna-viagem em Camilo. O caso de João José Dias em «O Que Fazem Mulheres».
[Visita ao Mosteiro de Tibães: documento interno]
21h00: Filme Aguirre, der Zorn Gottes
Integrado no Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut PortugalLocal: Casa do Professor (Av. Central, Braga), Agenda Cultural Clarabóia
Quarta, dia 29 de fevereiro
9h00: Encontro ELOS Alunos (LMU / UM)
21h00: Filme Kaspar Hauser
Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut Portugal
Filme comentado por Orlando Grossegesse (DEGE / ILCH-UM)
Segunda, dia 5 de março
Comentado por Natália Nunes (DEGE)
(org. Núcleo de Alunos de LA NELAUM / DEGE)
Local: Auditório B2 / UM, 17h00
III Colóquio de Estudos Sobre a Arte Brasileira do Século XIX

25.1.12
João Crisóstomo
Abandonados os estudos, fixou a sua residência em Fafe e tomou parte nas lutas políticas travadas entre progressistas e regeneradores. Para combater a facção progressista, ainda muito jovem, na casa dos 20 anos, fundou e dirigiu consecutivamente três jornais: O Calvário da Granja (1886-1888), a Gazeta de Fafe (1889) e O Desforço, cujo primeiro número surgiu em 21 de Setembro de 1892 e se publicou até finais do ano 2000. Em todos eles, deixou notáveis artigos de polémica.
Bibliografia: O Desforço, 7 de Mar. de 1895, pp.1-3 e 20 de Jan. de 1944, pp. 1-2
Dicionário dos Fafenses de Artur Ferreira Coimbra, 2001
24.1.12
IMISCOE: Prémio Maria Ioannis Baganha 2012
O prémio, concedido anualmente, tem o valor de 2500 euros e prevê a publicação da dissertação premiada na colecção que a IMISCOE edita em parceria com a Amsterdam University Press. As dissertações enviadas para leitura devem ter sido defendidas há menos de 24 meses.
O texto integral do anúncio de abertura das candidaturas está disponível aqui e o envio dos dossiers finais deve ser feito até ao próximo dia 31 de Janeiro de 2012 através do endereço electrónico imiscoe@gmail.com
18.1.12
Cabinet português com painel de azulejos pintado à mão em França
Nas diferentes camadas poderá encontrar diferentes pinturas em azulejo, inspiradas em diferentes períodos da história Portuguesa, retirados de diferentes edifícios históricos de cada época, como conventos, colégios, igrejas entre outros. No seu interior irá encontrar folha de ouro, que fará com que recorde os edifícios referidos anteriormente que normalmente apresentavam interiores ricos em ornamentos e dourados. (...) O azulejo português vai mesmo conquistar o mundo!” in Lusojornal
9.1.12
24.12.11
Merry Christmas all over the world
We wish you a Merry Christmas and a Happy New Year.Geseënde Kersfees en 'n voorspoedige Nuwe jaar
Geseënde Kersfees en 'n gelukkige nuwe jaar
Gëzuar Krishtlindjet e Vitin e Ri
E güeti Wïnâchte un e gleckichs Nej Johr
Gozhqq Keshmish
መልካም ገና (Melkam Gena) - Merry Christmas
- celebrated on 7th January
መልካም አዲስ አመት (Melkam Addis Amet) - Happy New Year
- celebrated on 11th September
Gozhqq Keshmish
Շնորհավոր Ամանոր և Սուրբ Ծնունդ
(Shnorhavor Amanor yev Surb Tznund)
Bones Navidaes y Gayoleru añu nuevu!
Sooma Nawira-ra
З Божым нараджэннем (Z Bozym naradzenniem)
Шчаслівых Калядау (Szczaslivych Kaliadau)
З Новым годам i Калядамi (Z Novym godam i Kaliadami)
Zorionak eta urte berri on
শুভ বড়দিন (shubho bôṛodin)
শুভ নববর্ষ (shubho nôbobôrsho)
Asgwas amegas (Happy New Year)
Sretan Bozic i sretna nova godina
Честита Коледа (Čestita Koleda)
Весела Коледа (Vesela Koleda)
Щастлива Нова Година (Štastliva Nova Godina)
Честита нова година (Čestita nova godina)
Bon Nadal i feliç any nou
ᏓᏂᏍᏔᏲᎯᎲ & ᎠᎵᎮᎵᏍᏗ ᎢᏤ ᎤᏕᏘᏴᎠᏌᏗᏒ
(Danistayohihv & Aliheli'sdi Itse Udetiyvasadisv)
聖誕節同新年快樂 (singdaanjit tùhng sànnìhn faailohk)
恭喜發財 (gùng héi faat chōi) - used at Chinese New Year
聖誕快樂 新年快樂 [圣诞快乐 新年快乐]
(shèngdàn kuàilè xīnnián kuàilè)
恭喜發財 [恭喜发财] (gōngxǐ fācái) - used at Chinese New Year
Tsaa Nu̶u̶sukatu̶̲ Waa Himaru̶
Sretan Božić!
Sretna Nova godina!
Glædelig jul og godt nytår
Veselé vánoce a šťastný nový rok
Prettige kerstdagen en een Gelukkig Nieuwjaar!
Zalig kerstfeest en Gelukkig Nieuwjaar
Ĝojan Kristnaskon kaj feliĉan novan jaron
Bonan Kristnaskon kaj feliĉan novan jaron
Rõõmsaid Jõule ja Head Uut Aastat
Häid Jõule ja Head Uut Aastat
Zalig Kerstfeest en Gelukkig Nieuwjaar
Joyeux Noël et bonne année
Bo Nadal e próspero aninovo
გილოცავთ შობა-ახალ წელს (gilocavth shoba-akhal c’els) - frm
გილოცავ შობა-ახალ წელს (gilocav shoba-akhal c’els) - inf
Frohe/Fröhliche Weihnachten
und ein gutes neues Jahr / ein gutes Neues / und ein gesundes neues Jahr / und einen guten Rutsch ins neue Jahr
Frohes Fest und guten Rutsch [ins neue Jahr]
Καλά Χριστούγεννα! (Kalá hristúyenna)
Ευτυχισμένο το Νέο Έτος! (Eftyhisméno to Néo Étos!)
Καλή χρονιά! (Kalí hroñá)
Gleðileg jól og farsælt komandi ár
Gleðileg jól og farsælt nýtt ár
Nollaig shona duit/daoibh (Happy Christmas to you)
Beannachtaí na Nollag (Christmas Greetings)
Beannachtaí an tSéasúir (Season's Greetings)
Athbhliain faoi mhaise duit/daoibh (Prosperous New Year)
Bliain úr faoi shéan is faoi mhaise duit/daoibh (Happy New Year to you)
Buon Natale e felice anno nuovo
メリークリスマス (merī kurisumasu)
New Year greeting - 'Western' style
新年おめでとうございます (shinnen omedetō gozaimasu)
New Year greetings - Japanese style
明けましておめでとうございます (akemashite omedetō gozaimasu)
旧年中大変お世話になりました (kyūnenjū taihen osewa ni narimashita)
本年もよろしくお願いいたします (honnen mo yoroshiku onegai itashimasu)
Noel alegre i felis anyo muevo
Kirîsmes u ser sala we pîroz be
Bon natal e anio nova felis
Natal joios e bon anio nova
Priecīgus Ziemassvētkus un laimīgu Jauno gadu
Natale hilare et annum faustum
E schéine Chrëschtdag an e glécklecht neit Joer
Schéi Feierdeeg an e glécklecht neit Joer
Schéi Chrëschtdeeg an e gudde Rutsch an d'neit Joer
Il-Milied Ħieni u s-Sena t-Tajba
Awguri għas-sena l-ġdida
Nizhonigo Keshmish Baahózhó Doo Nínanahí
Glæd Geol and Gesælig Niw Gear
Feliz Natal e próspero ano novo / Feliz Ano Novo
Boas Festas e Feliz Ano Novo / Um Santo e Feliz Natal
Alassëa Hristomerendë! Alassëa Vinyarië!
Crăciun fericit şi un An Nou Fericit
Krismasi Njema / Heri ya krismas
Heri ya mwaka mpya
God jul och gott nytt år
Веселого Різдва і з Новим Роком
(Veseloho Rizdva i z Novym Rokom)
7.12.11
Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França
EMIGRAÇÃO: UM DESTINO INEVITÁVEL Depois de Viana do Castelo e Fafe, as Comemorações do Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França - 1961-2011 agora em Melgaço.
Aqui o Programa.
2.12.11
D'abalada


Estreou no passado dia 30 de Novembro a peça de teatro 'D’abalada', no Teatro Municipal da Guarda, da autoria de Projéc~ / Terra na Boca, com a colaboração do fotógrafo Gerald Bloncourt.D’abalada é um espectáculo sobre a odisseia da emigração portuguesa dos anos 60 para França. O pretendido é evocar os fantasmas de uma das mais marcantes e esquecidas aventuras portuguesas do século XX.
29.11.11
'Petite Portugaise'
"Nos anos 60, Gérald Bloncourt fotografou uma criança portuguesa num bidonville em Paris, os bairros de lata construídos pelos emigrantes. A imagem haveria de se tornar num ícone da emigração portuguesa, mas o fotógrafo haitiano só este ano descobriu a sua identidade. Maria da Conceição Tina foi conhecê-lo a Paris e descobriu-se a si própria." in PUBLICO 28.11.11
Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França em Viana do Castelo
A presença do Consulado de França, através da presença da cônsul Aude de Amorim, na abertura das Comemorações do Cinquentenário, pelo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, pelo coordenador científico do evento Prof. Dr. Albertino Gonçalves. Presentes também, em representação dos dois municípios parceiros das Comemorações, a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Melgaço e a Coordenadora do Museu das Migrações e das Comunidades, Câmara Municipal de Fafe.26.11.11
18.11.11
Cinquentenária da Emigração Portuguesa para França
A Câmara Municipal de Fafe através do Museu das Migrações e das Comunidades e em parceria com o Cineclube de Fafe vai levar a cabo um programa de actividades para assinalar os 50 Anos de Emigração para França 1961-2011.Como paralelamente estarão a decorrer as VI Jornadas de Cinema e Audiovisual, subordinadas ao tema “Património Material e Imaterial”, promovidas também pelo Cineclube de Fafe, conjuntamente com a Autarquia, o programa das Comemorações do Cinquentenário privilegia a 7ª Arte, sendo o Património o tema a partir do qual se estruturam estes dois eventos.
Aberta ao público em geral e com entrada gratuita, será a sessão do dia 24 de Novembro (5ª feira), a realizar no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, pelas 15 horas, onde será exibido um filme documental sobre a Emigração Portuguesa para França, nos anos 60 e 70.
Todas as sessões terão entrada gratuita. Contamos com a presença e participação de todos.
16.11.11
Cinquentenário da Emigração para França
Comemorações do Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França (1961-2011) em Viana do Castelo, Melgaço e Fafe.






