5.3.12
III Jornadas Literárias de Fafe
3.2.12
XIII Jornadas de Cultura Alemã
24 de Fevereiro a 5 de Março de 2012
PROGRAMA
Sexta, dia 24 de fevereiro
COLÓQUIO INTERNACIONAL
Revisiting Kaspar Hauser (* 1812) –
criança selvagem, cobaia ou «Filho da Europa»
Local: Universidade do Minho, Campus de Gualtar / Auditório do ILCH
14h00 - Abertura
14h15 - Marion Hermann-Röttgen (Universität Stuttgart)
Kaspar Hauser: Medizinisches Phänomen und literarische Projektionsfigur**
15h00 – Monika Schmitz-Emans (Ruhr-Universität, Bochum)
Kaspar Hauser als Dichter – Die Stilisierung des Findlings zum Repräsentanten des Poetischen**
15h45 – Intervalo / coffee break
16h00 - Peter Hanenberg & Ana Margarida Abrantes (Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (CECC) / UCP, Lisboa)
"Who is I?" Cognition and the emergence of (Inter)Subjectivity
16h45 Nadya Modyanova (Massachusetts Institute of Technology / Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho)
Language in feral children as a window into the brain mechanisms specific for syntactic development
**Comunicações com Serviço de Interpretação Simultânea, oferecida pelo BabeliUM
21h00: Filme Kaspar Hauser
Integrado no Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut PortugalLocal: Casa do Professor (Av. Central, Braga), Agenda Cultural Clarabóia
Segunda, dia 27 de fevereiro
Local: Museu das Migrações e das Comunidades, Fafe
10h00 Visita guiada para um grupo de alunos e professores de estudos portugueses da Ludwig-Maximilians Universität (LMU), Munique, pela diretora do museu, Drª Isabel Alves
COLÓQUIO
Elos Alemanha – Portugal – Brasil
Local: Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe
Moderação: Mário Matos (DEGE / ILCH-UM)
14h15: Ansgar Schäfer (IHC / UNL)
O Luso-tropicalismo em Tempos de Guerra.
15h00: Heloísa Paulo (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX / Univ. de Coimbra)
Alemães no Brasil: da adaptação aos percalços da Segunda Guerra.
15h30: Rui Botelho (Doutorando ILCH-UM)
Breve panorama de meio século da emigração portuguesa para a República Federal da Alemanha.
16h00: Pausa para Café
16h30: Luísa Costa Hölzl (LMU / Munique)
FAZER DE MIM UM HOMEM - a experiência da emigração na passagem da adolescência para a idade adulta em A Criação do Mundo, O Segundo Dia (1937) de Miguel Torga
17h00: Orlando Grossegesse (DEGE / ILCH-UM):
«Navigare necesse» – o Amazonas como metáfora existencial no romance de Richard A. Bermann e no filme de Werner Herzog.
17h30: Pausa para Café
18h30 Apresentação do livro 'Zonas de Contacto. Estado
Novo / III Reich (1933-1945)' - Org. Mário Matos e Orlando Grossegesse por Heloísa Paulo (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX / Universidade de Coimbra)
Local: Casa de Camilo Castelo Branco / Centro de Estudos Camilianos, Ceide (V.N. Famalicão)
9h00: Visita guiada à Casa de Camilo
10h30: Palestras sobre o Brasileiro de torna-viagem na obra camiliana
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos
Horst Weich (LMU / Munique)
A semântica do espaço e o lugar do brasileiro nalgumas «Novelas do Minho»
Sérgio Sousa (DEPL / ILCH-UM)
A Regeneração do Brasileiro de torna-viagem em Camilo. O caso de João José Dias em «O Que Fazem Mulheres».
[Visita ao Mosteiro de Tibães: documento interno]
21h00: Filme Aguirre, der Zorn Gottes
Integrado no Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut PortugalLocal: Casa do Professor (Av. Central, Braga), Agenda Cultural Clarabóia
Quarta, dia 29 de fevereiro
9h00: Encontro ELOS Alunos (LMU / UM)
21h00: Filme Kaspar Hauser
Ciclo Werner Herzog do Cineclube de Joane / Goethe Institut Portugal
Filme comentado por Orlando Grossegesse (DEGE / ILCH-UM)
Segunda, dia 5 de março
Comentado por Natália Nunes (DEGE)
(org. Núcleo de Alunos de LA NELAUM / DEGE)
Local: Auditório B2 / UM, 17h00
25.1.12
João Crisóstomo
Abandonados os estudos, fixou a sua residência em Fafe e tomou parte nas lutas políticas travadas entre progressistas e regeneradores. Para combater a facção progressista, ainda muito jovem, na casa dos 20 anos, fundou e dirigiu consecutivamente três jornais: O Calvário da Granja (1886-1888), a Gazeta de Fafe (1889) e O Desforço, cujo primeiro número surgiu em 21 de Setembro de 1892 e se publicou até finais do ano 2000. Em todos eles, deixou notáveis artigos de polémica.
Bibliografia: O Desforço, 7 de Mar. de 1895, pp.1-3 e 20 de Jan. de 1944, pp. 1-2
Dicionário dos Fafenses de Artur Ferreira Coimbra, 2001
28.11.11
Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França em Viana do Castelo
A presença do Consulado de França, através da presença da cônsul Aude de Amorim, na abertura das Comemorações do Cinquentenário, pelo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, pelo coordenador científico do evento Prof. Dr. Albertino Gonçalves. Presentes também, em representação dos dois municípios parceiros das Comemorações, a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Melgaço e a Coordenadora do Museu das Migrações e das Comunidades, Câmara Municipal de Fafe.26.11.11
18.11.11
Cinquentenária da Emigração Portuguesa para França
A Câmara Municipal de Fafe através do Museu das Migrações e das Comunidades e em parceria com o Cineclube de Fafe vai levar a cabo um programa de actividades para assinalar os 50 Anos de Emigração para França 1961-2011.Como paralelamente estarão a decorrer as VI Jornadas de Cinema e Audiovisual, subordinadas ao tema “Património Material e Imaterial”, promovidas também pelo Cineclube de Fafe, conjuntamente com a Autarquia, o programa das Comemorações do Cinquentenário privilegia a 7ª Arte, sendo o Património o tema a partir do qual se estruturam estes dois eventos.
Aberta ao público em geral e com entrada gratuita, será a sessão do dia 24 de Novembro (5ª feira), a realizar no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, pelas 15 horas, onde será exibido um filme documental sobre a Emigração Portuguesa para França, nos anos 60 e 70.
Todas as sessões terão entrada gratuita. Contamos com a presença e participação de todos.
16.11.11
Cinquentenário da Emigração para França
Comemorações do Cinquentenário da Emigração Portuguesa para França (1961-2011) em Viana do Castelo, Melgaço e Fafe.3.10.11
Arthur Napoleão
Iniciamos o mês de Outubro com as comemorações do Dia Mundial da Música, razão pela qual a rubrica "Documento do Mês" é dedicada ao compositor Arthur Napoleão. "Pianista, professor e compositor, nasceu na cidade do Porto em 6/3/1843 e faleceu em 12/5/1925 no Rio de Janeiro.
Aos sete anos, deu seu primeiro concerto de piano, que obteve alguma repercussão no meio musical europeu.
Foi ao Brasil pela primeira vez em Agosto de 1857, apresentando-se em quatro concertos no Teatro Lírico Fluminense, no Rio de Janeiro. Compôs nessa ocasião uma polca-mazurca para piano intitulada Uma primeira impressão do Brasil.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha - São Paulo - 2a. Edição - 1998.
24.9.11
14.9.11
VIAGENS – memórias da emigração
No âmbito do ciclo de concertos: outros palcos – pequenos, mas grandes concertos, a Kairos – Produções Culturais, em parceria com o Município de Fafe e o Museu das Migrações e das Comunidades, apresenta, no próximo dia 22 de Setembro (5ª feira), pelas 21H30, no Museu das Migrações e das Comunidades e no Auditório da Casa Municipal de Cultura o concerto: VIAGENS – memórias da emigração.Mais informações em: http://kairosproducoesculturais.blogspot.com
17.8.11
Lançamento do livro "A Terra do Chiculate"
Como anunciado, decorreu no passado dia 12 no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe o lançamento da obra A Terra do Chiculate – relatos da emigração portuguesa, de Isabel Mateus. Como previamente divulgado, a apresentação esteve a cargo de Nathalie Oliveira, autarca de Metz, França. A sessão contou ainda com a presença e participação de Maria da Conceição Tina Melhorado - “a menina da fotografia” do catálogo da exposição de Gérald Bloncourt “Por uma vida melhor” – e uma sala cheia, com um público que se deslocou de várias cidades do Minho para assistir ao lançamento.
Nathalie Oliveira, luso-descendente, apresentou a obra não só do ponto de vista literário, mas também num tom mais confessional, a sua perspectiva enquanto luso-descendente. Neste sentido, mostrou-se atenta e informada sobre o período da história recente do nosso país, sobretudo os anos 60 e 70, décadas nas quais se registou o maior número de saídas de emigrantes que partiram clandestinamente de Portugal para França. Referiu também a importância de conhecer a história individual, as circunstâncias em que pais e avós emigraram, para melhor entender o presente e sobretudo, compreender a própria identidade, orgulhosamente.
Maria da Conceição Tina Melhorado, a ‘menina da fotografia’, falou sobre este período, que foi vivido na clandestinidade, na sua maioria nos bidonvilles (bairros de lata) e que é ainda muito recente, necessitando portanto de algum distanciamento. Passados 50 anos, talvez tenha chegado o momento de olhar, de escrever sobre, para melhor compreender e respeitar aqueles que tudo arriscaram, inclusive a própria vida, em busca de melhores condições de vida. Curiosamente, estas partidas, tinham maioritariamente na sua origem, o sonho de dar uma vida melhor aos filhos. Tina Melhorado assume-se assim – como alguém que dá voz às crianças cujos pais arriscaram tudo para lhes proporcionar tudo. Hoje, vive em Coimbra e é docente do ensino secundário – tem duas filhas e um filho com partilhou a sua história, e a quem pode proporcionar tudo. Falou-nos das suas memórias, do quanto gosta de chocolate, principalmente negro, que associa à viagem clandestina para França, pois era-lhe dado pelo passador, para que não fizesse barulho e aguentasse a viagem.
Contou ainda a história da boneca, com a qual o Gérald Bloncourt a fotografou em St. Dennis em 1966, e que afinal foi a promessa cumprida, a prenda que a mãe lhe deu para que ela partisse sem dizer nada a ninguém, em particular ao vizinho, que era polícia. Uma partilha grandiosa da Tina Conceição, um momento que nos explica afinal algumas das perguntas e inquietações que ficaram da exposição de Gérald Bloncourt “Por uma vida melhor”.
Isabel Mateus agradeceu a todos aqueles que contribuiram para a edição e o lançamento do livro e falou então do seu trabalho literário que contém pessoas e histórias de um tempo e de lugares que importa trazer à luz, em especial porque unem percursos biográficos de mais do que uma geração, numa tentativa de compreensão mútua. No final da sessão vários foram ainda os contributos dos participantes, nomeadamente daqueles com histórias de vida em contexto de emigração. Foi discutido o papel dos passadores, figura controversa do ‘salto’ com diferentes níveis de acção em função das regiões onde actuavam – Bragança ou Fafe ou Guimarães, Viana do Castelo ou Melgaço, entre outras eram diferentes; a construção de Paris, as razões da partida, a ditadura e a Guerra colonial, entre outros testemunhos de cariz mais pessoal e intimista. Um belo serão que se prolongou pela noite dentro.
No final, Isabel Mateus deu ainda uma entrevista para o Canal TV, que tem realizado um grande trabalho de cobertura das actividades culturais da região – em divulgação agora também d’A Terra do Chiculate – relatos da emigração portuguesa.
1.8.11
Gente do Salto
13.7.11
A Terra do Chiculate
Lançamento do livro "A Terra do Chiculate - Relatos da Emigração Portuguesa" de Isabel Mateus, no próximo dia 12 de Agosto, pelas 21h30 no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe. A Terra do Chiculate pretende retratar as vicissitudes da emigração portuguesa, maioritariamente clandestina, em França, a partir dos anos 60, e revelar as suas consequências positivas e negativas transportadas até ao presente, quer na pátria, quer no país de acolhimento.
Ao mostrar o difícil passado recente da emigração portuguesa, A Terra do Chiculate alerta, igualmente, para a vigência e a actualidade do tema da emigração clandestina neste início de século.
A obra divide-se em três partes e dá voz, através dos seus relatos, na primeira pessoa, aos seus “reais protagonistas”. Deste modo, os protagonistas do livro partilham com o leitor a sua realidade mais íntima que, em muitos casos, ainda não tinha sido exteriorizada, inclusive, no seio da própria família.
Na primeira parte, intitulada “Naufrágio”, a narração da criança, entregue aos cuidados da avó materna, com apenas 12 meses, centra-se nas suas memórias indeléveis da infância e da juventude, exprimindo, sobretudo, o modo como a ausência dos seus pais se reflecte, de forma nefasta, na sua vida. Aliás, a sua experiência individual remete a temática para um panorama mais vasto, pois a sua situação vai ao encontro da mesma realidade familiar e social de tantas outras crianças e jovens do Portugal rural, principalmente do Norte e Interior do país, durante a época da Ditadura.
A segunda parte, “Viagem(ns)”, trata dos percursos de vida daqueles que deram “o salto”, isto é, dos seus sucessos e infortúnios provenientes desta epopeia da era moderna. Entre outras, aqui perpassam as histórias do passador, da criança e dos jovens arrancados à terra de origem, bem como as referentes aos homens e às mulheres e aos seus muitos trabalhos que passaram para se adaptarem ao novo país, à língua e à cultura.
No presente, “os protagonistas” mais idosos desta efeméride deparam-se com outro tipo de problemas: surge o dilema do regresso para Portugal ou da sua permanência em França ou, então, a opção pelo contínuo vaivém entre os dois países, até que as suas forças físicas e psicológicas o permitam.
Quanto às várias gerações de luso-descendentes, debatem-se pela procura e pela afirmação da sua identidade portuguesa, resolvendo deste modo o conflito, por vezes existente, entre o desequilíbrio da influência das culturas francesa e lusa.
A última parte da obra resulta das impressões de viagem do narrador adulto em peregrinação pelos espaços da diáspora dos primeiros emigrantes portugueses, onde se incluem os seus próprios pais, os seus familiares e os seus amigos. A partir daqui, pretende-se que as suas reflexões e considerações elucidem o leitor acerca deste período da emigração ainda mal conhecida por muitos e, até então, com aspectos por desmistificar.
Podemos concluir que nestes relatos as vozes do Passado e do Presente se fundem e se confrontam, tendo o objectivo primordial de dar continuidade ao seu legado da portugalidade no país de acolhimento, ao mesmo tempo que se reafirma a mesma intenção em relação ao território português.
21.6.11
Férias no Museu
Em Julho, pela manhã...
Café da manhã e…. Venha ao Museu!
Visita temática programada para todos os espaços museológicos do Munícipio.
Com o objectivo de promover hábitos culturais e o enriquecimento dos tempos livres, é proposta a apresentação de um objecto ou de um facto sobre o fenómeno da emigração, no Museu das Migrações e das Comunidades, assim como, do mundo automóvel no Museu do Automóvel, da chegada da luz eléctrica no Museu Hidroeléctrico de Santa Rita ou da imprensa do século XIX no Museu da Imprensa.
Estas visitas temáticas decorrem pela manhã e ao fim-de-semana durante os meses de Junho e Julho (ou em outras datas se solicitadas) e contribuirão para a melhoria da qualidade de vida das famílias e da comunidade, através do estímulo intelectual, da sensibilização para a nossa História e da promoção de novos interesses a nível social e cultural.
Apresentação de um objecto por semana. Actividade de curta duração direcionada para o público em geral, grupos organizados e grupos sénior. Duração: 20 a 30 minutos. Marcação prévia. Visita Especial de Fim-de-semana.
E para o mês de Julho preparamos també Oficinas especiais para os mais novos que podem trazer os pais :)
Exploradores no Museu
Visita orientada seguida de actividade de exploração lúdico-pedagógica das peças dos Museus a realizar em todos os espaços museológicos do Município.
Duração: Sessão de 90 minutos.
Oficina de férias no Museu do Automóvel
Visita orientada para a observação dos diferentes automóveis com recurso à história das suas marcas. A visita é prolongada com oficina de expressão plástica na qual os jovens expressam plasticamente as impressões e preferências da visita. Produção de um mural de papel.
Duração: Sessão de 120 minutos.
Vamos fazer um selo
Oficina de Férias – Museu da Imprensa
Oficina de criação e composição (manual com tipos móveis e gravura) e impressão gráfica de um selo de época - Séculos XIX e século XX.
Exposição final em painel com selos realizados. Famílias e Público escolar (1º, 2º e 3.º ciclos).
Duração: Sessão 120 minutos.
Oficina de Férias – Museu Hidroeléctrico de Santa Rita
Visita orientada seguida de actividade lúdico-didáctica na qual é proposta a descoberta e construção em grupo de um puzzle “luminoso”.
Famílias e Público escolar (1º, 2º e 3.º ciclos).
Duração: Sessão de 90 minutos.
As oficinas estão sujeitas a marcação prévia e número limite de participantes.
E boas férias... no Museu!
16.6.11
Eustáquio Sequeira Mendes
Eustáquio Sequeira Mendes - “Brasileiro de torna-Viagem” casado com Arminda da Rocha Mendes, foi fundador proprietário e sócio gerente da Fábrica Fafense de Gazosas, Refrigerantes e Laranjadas “Santo Ovídio” (1918), da firma Arminda da Rocha Mendes & C.ª.
Panfleto publicitário da Fábrica.
Na imprensa local da época encontramos os anúncios publicitários que então anunciavam a émpresa. Reproduzimos o texto que foi publicado no "Almanaque Ilustrado de Fafe" de 1919, p. 61, acompanhado da fotografia do seu fundador.
Fábrica Fafense de Gazosas, Refrigerantes e Laranjadas “Santo Ovídio” (c. 1918), de Arminda da Rocha Mendes & C.ª. – Fafe
Eustáquio Sequeira Mendes
sócio e gerente da fábrica
- EXPORTA-SE PARA TODO O PAÍS -
Grandes descontos para revendedores
SÃO OS MELHORES REFRIGERANTES
Nesta bem montada fábrica, existe o mais escrupuloso aceio e limpesa, todos os preceitos higiénicos. Executa qualquer encomenda com prontidão.
Eustáquio Sequeira Mendes construiu em 1921 uma casa de dimensões significativas no mais puro estilo Arte Nova, só comparável nas dimensões às que se tinham construído nos finais do séc. XIX. Possuía uma decoração muito naturalista, quer nos azulejos florais de cores esbatidas, quer nas varandas muito simples em ferro forjado com estilizações naturalistas, numa estrutura vertical marcada pelas linhas verticais em cantaria. Esta casa estava localizada na actual Rua Major Miguel Ferreira e foi, em Fafe, a última das construções do “brasileiro”, fechando o ciclo de prosperidades e da importação de capitais do Brasil.” Foi demolida em 1983. Bibliografia: Miguel Monteiro, “Fafe dos Brasileiros (1860-1930) – Perspectiva histórica e patrimonial”.
17.5.11
Dia Internacional dos Museus - Museu e Memória
O Município de Fafe através dos seus Museus vai integrar as comemorações do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio) que se realizam um pouco por todo o mundo. No ano de 2010, o Dia Internacional de Museus obteve uma participação recorde com a adesão de quase 30 mil museus em mais de 95 países.
